MALHACAO-VIVA-AUDIENCIA

“Malhação – Viva a Diferença”, pisa menoooos nas antecessoras, que hino!!!!

Fala galeraaaa, tudo bem? Estou aqui usando todos os clichês possíveis de jovens da atualidade para falar sobre os números de “Malhação”. Não, não estou falando do zap daquele gatinho iraaaaado da novelinha teen, e sim os números de audiência. Ok, e vou parar com o linguajar jovem porque sofro de reumatismo e não saio na night com os parças.

Enfim, temos pouco mais de um mês de exibição de “Malhação – Viva a Diferença” está com números impressionantes em questão de audiência. Para se ter uma ideia, a média até o momento ultrapassa os 20 pontos, algo considerado bem acima da meta feita pela Globo. Se olhar as médias diárias, a novela sempre tá acima dos 20 pontos nos dias da semana, exceto às quartas-feiras (por que será? É o dia internacional dos jovens ficarem longe da novelinha? Ajudem o tio a entender!).

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Peguei como comparação as duas temporadas anteriores da novela, que são “Malhação – Seu Lugar no Mundo” e “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”. Além do nome cafona, as duas têm em comum a autoria de Emanuel Jacobina, que é o pai de “Malhação” e causador dos sérios problemas psicológicos da Larissa Martins aqui do site. Além da autoria, as duas novelas chamam a atenção pena audiência bem menor que a fase atual.

Para se ter uma ideia, as médias das primeiras semanas de “Seu Lugar no Mundo” variavam entre 14 e 15 pontos, e “Pro Dia Nascer Feliz” teve a sorte de começar bem com 20 pontos, mas aí ir caindo para entre 15 e 17 deixando a novela numa marca próxima ao índice de verossimilhança de “Salve Jorge”.

ultimo-capitulo-malhacao

Claro que há muitos outros detalhes a se analisar, como período de estreia, mas é correto afirmar que a atual temporada da novela foi um grande acerto da Globo por ter saído da zona de conforto e realizado algo diferente e muito bem feito. Não vemos uma temporada assim dialogar com jovens mesmo há muito tempo, e esperamos que isso faça a novela crescer. Cao Hamburguer merece muito uma rodada de suco no Gigabyte!

Fábio Garcia

Eu só faço a contabilidade

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29 Resultados

  1. Nat disse:

    Demorei para vir aqui ler a matéria, mas antes tarde do que nunca xD

    Concordo quanto à qualidade dessa nova Malhação. Ela está de fato celebrando as diferenças, trazendo sexo não como um tabu e abordado muito bem questões como preconceito, racismo, machismo, dentre outros. Uma sacada que eu achei ótima foi a mãe da Tina tendo um preconceito totalmente aberto e sem papas na língua, enquanto o pai da mesma personagem tem um preconceito mais velado. São aqueles comentários que vemos todo dia, ditos com cuidado, mas que continuam sendo preconceituosos, uma ótima sacada e inclusive algo apontado em uma das matérias do CDT, o de preconceito em Malhação só ser praticado por pessoas visivelmente de má índole.
    Essa semana, mesmo, estão pegando na questão do machismo: por que a personagem Lica pegar geral é galinhagem e seu namorado fazer o mesmo, não? Benê também é uma querida e ela nesse processo de descobertas e solidificação de amizades, têm uma visão bem mais doce do que a cerca, eu adoro! Elen, então, protagoniza ótimas discussões sobre privilégio social (e racial também), embora a diretora da escola querendo a punir por coisas que ela faz fora de ambiente escolar tenha sido meio ??? mas ok, a gente releva xD
    Isso sem falar que romance entre adultos como da maneira que está acontecendo com o antigo Guto (desculpa, nunca decoro o nome dele xD) e Josefina está fluindo de uma forma bem divertida. A trama consegue equilibrar bem momentos cômicos com os de maior densidade e tem sido o acerto do horário.
    No entanto… Ai, gente, eu não consigo ficar sem reclamar da questão Keyla e Tato. Sei que há uma torcida ferrenha pelos dois, mas tem sido incômodo assistir todos os louros na cabecinha do paizão do ano, enquanto ela é extremamente criticada pelas amigas por não querer dar uma chance à ele. A história começou errada com ambos sustentando a mentira sobre a paternidade do menino, sendo que Tato tem todo aquele histórico do amigo apaixonado que sempre ficou pelas sombras suspirando pela amiga… Enquanto algumas das amigas acharam lindo o apoio dado por ele ao assumir a paternidade do Tonico, me incomoda que Keyla venha a ser retratada como ingrata que não assume logo o namoro de ambos e, gente, ela acabou de ter um filho de um caso que teve na praia, rapaz o qual ela não lembra nem o nome direito, mais confusa que isso? Não sei, eles ainda não em descem como casal e ela, uma garota de 16/17 anos colocada como irresponsável por querer emagrecer e assim negligenciar a amamentação é uma falta de tato (risos), também, porque ela ainda é uma adolescente enfrentando uma barra enorme :/ Sim, ela demonstra sentir algo a mais por ele em certos momentos, mas não estou convencida e temo que, acertando de um lado, essa Malhação erre de outro :/

    No mais, tem sido uma temporada ótima de assistir – quando chego mais cedo do trabalho xD – e espero que continue nesse ritmo! Ansiosa, inclusive, por mais matérias do tipo pro aqui~

  2. Mauricio disse:

    Só eu acho as atrizes principais péssimas? Mue dues, a atuação delas é sofrível e caricata ao extremo.

  3. Rafa disse:

    Gente, Coração de Estudante teve a ajuda do Carlos Lombardi no texto.. não cantem vitória assim não…kkkk

  4. ramon disse:

    Que nojo dessas gírias retardadas de twitter

  5. Felipe Ricardo disse:

    Coração de Estudante realmente é uma ótima novela. Nota 10 pra ela. Pena q o Emanuel Jacobina decidiu fazer releituras pós dela nas temporadas que ele escreveu de malhação que soava forçada e inverossivel. A Pro Dia Nascer Feliz e o final de Seu Lugar No Mundo foram totalmente a xerox de ❤ de Estudante.

  6. Alice Criff disse:

    ainda não assisti mas pelos comentários fiquei curiosa. o Emanuel Jacobina foi o autor de uma das melhores novelas que já assisti, Coração de Estudante, mas acho que ficou repetitivo na Malhação. legal a inovação com o Kao Amburger, de O Ano em que Meus Pais Sairam de Férias. e quanto a personagens lgbts, acho que a emissora já pecou pelo excesso nesse tema.

  7. Vitória Castellini disse:

    Esse fã do Emanuel Jacobina é tão…maçante. Vou começar a chama-lo de “Sol Nascente”…

  8. Lulu disse:

    Que cara chato esse que fica enaltecendo o Emanuel Jacobina e menosprezando a Rosanne Svartman e o Cao.Malhação apesar de ser uma novelinha destinada para o público juvenil e afins,usava e geralmente usa os mesmos artifícios das novelas “adultas” como por exemplo:menina que engravida para segurar macho etc.Não estou dizendi que isso não acontece,mas é uma novela juvenil né?deveria se aproximar mais do público a qual se destina e não forçar a barra.Estou amando a temporada do Cao e quando a temporada é boa devemos enaltecer mesmo pq as últimas duas foram sofíveis.A Sonhos era carismática,mas tinha umas histórias nada a ver.

  9. Felipe Ricardo disse:

    Gente Malhação é Malhação, vários estilos, várias histórias e o público é quem se diverte assistindo, tem Malhação para todos os gostos e fãs!

  10. José disse:

    Gnt esse fã do Emanuel Jacobina deve ganhar comissão pra defender aquela tranqueirada que ele escreve e atacar gratuitamente as temporadas da Rosane que nem estavam no bolo

    • Biel disse:

      Não ataco gratuitamente nada. Como Malhação é um só programa, eu posso relacionar até a Angelina com a Keyla. A propósito, o título da matéria já relaciona a temporada atual com outras, então é óbvio que eu vou falar sobre os autores. O texto do Paulo Halm e da Rosanne Svartman é excessivamente infantil, histórias chatas, desinteressantes, mas claro, é tudo muito esteticamente bonitinho, então, pra sempre essas temporadas serão superestimadas, sendo que Malhação já tinha 17 anos de trajetória antes do Paulo Halm embarcar no programa. Quem é Paulo Halm e Rosanne Svartman na fila do pão? Eles até inovaram em conceito de Malhação, mas o texto deles não tinha nada de extraordinário que já não foi visto em Skins. Acho que as amebas que amam aquela chatice nunca se ligaram que as histórias da Intensa como a Vida eram todas kibadas de Skins. Malhação se inspirar em Skins é uma ótima ideia, mas então se decida se o público alvo vai ser as adolescentes retardadas do twitter, ou adolescentes mais maduros. Malhação 2012 e 2014 claramente seguem o mesmo estilo das novelas da Disney e as infantis do SBT. Não diria que as temporadas do Paulo com a Rosanne são ruins, são boas até, mas não se tratando de Malhação. A Globo precisa dar um fim então no título “Malhação”, se a cada temporada o estilo muda completamente. A temporada de 2012 colocou grande parte do público fiel de Malhação pra correr e investiu numa nova geração. Ok, mas se tudo muda completamente, mudem o título e deixem explícito que se trata de uma nova atração. E o pior é que as temporadas ainda nem eram subtituladas ainda. A reta final de Malhação 2011 (Conectados) era bem interessante, tinha os mesmos clichês de sempre de Malhação, mas logo depois estreou a Intensa, com uma cara totalmente nova. A Globo quer se inspirar nas novelas norte-americanas, mas ela devia assistir um pouco mais as produções de lá pra ver que elas não mudam da água pro vinho em um piscar de olhos

      • Rafa disse:

        Gente. foda se o nome Malhação: Desde a campanha dos 20 anos a emissora resolveu investir nos subtítulos, e acredito que o nome quase que virou uma grife com direito até a narrador apresentando “Malhação apresenta Seu Lugar no Mundo” como foi nos teasers iniciais de 2015

      • Rafa disse:

        Eu acresito que a emissora não vai aposentar o nome pela tradição mas o esquema dos subtítulos deverá continuar.

  11. Biel disse:

    Uma coisa que eu percebo é que o Cao é realmente antenado no universo adolescente, enquanto a Rosanne Svartman e o Paulo Halm pensavam que eram antenados e escreviam um monte de aborrecentes alienados nas temporadas de 2012 e 2014. Já o Emanuel Jacobina, ele é bem por fora do que acontece aqui fora, mas sabe escrever novelas com adolescentes, mas não necessariamente, mostrando o cotidiano da fase da adolescência, e acho isso ótimo, novela tem que ter ficção, não campanha, mas claro, o Jacobina era obrigado a inserir merchandising social, coisa que não é fácil, às vezes fazia de uma forma equivocada, mas resolveram pegar no pé dele só por isso.
    Viva a Diferença também é toda trabalhada no merchandising social, só falta a Keyla dar dicas de como aliviar as cólicas menstruais, mas a novela consegue ser atrativa (acho que os colaboradores precisam dar uma ajudinha pro Cao), por vários aspectos. Graças a Deus os personagens não são alienados com de outras temporadas.

    Com todo respeito, quem gosta das temporadas de 2012 e 2014 só pode ter titica de galinha na cabeça. Os fãs dessa temporada são os mesmos que assistem os vídeos da Kéfera e riem dela falando sobre peidar no primeiro encontro.

    Outra coisa que eu percebo é que o Cao não gosta muito de escrever Malhação. A propósito, quando a Globo contratou o Cao, ele estava desenvolvendo um projeto que era voltado para adolescentes, uma série no caso, que entraria no horário que é exibido Malhação, mas como a atração teen é um programa tradicional, vai ser difícil a Globo se desfazer da marca, marca que na verdade acabou mudando na temporada de 2015, quando passou a ter subtítulos

    • Rafa disse:

      Já chegou o fã do Jacobina aqui auahuahaha, cujo aquele autor que escreveu uma cena em que a protagonista acredita que pega AIDS com uma cabeçada na aula de Ed Física LOL

      Cara, Malhação desde 95 tem merchandising social travestido de várias e múltiplas formas, inclusive a de folhetim rasgado estilo Walcyr que o Jacobina faz desde 2015 até num formato de série e voltado pras novas gerações como a Rosane e o Cao agora, e sim eu querido Jacobina não está sozinho nessa tá

      E gostei da parte que comenta sobre a marca Malhação, melhor coisa que a Globo fez em anos em botar esses subtítulos, alias desde 2008 tem disso né: Histórias diferentes e fugindo dauqele formato estabelecido com o Múltipla Escolha

      • Biel disse:

        Eu não disse que o Emanuel Jacobina é o único autor que escreve merchandising social, pelo contrário, todos escrevem, por obrigação mesmo. E é a isso que eu me refiro. Malhação não tem obrigação de ser programa educativo. As do Paulo Halm com a Rosanne Svartman tinham também, a do Cao nem parece Malhação, mas enfim

  12. inho disse:

    Desde 2004 que eu nunca assistir uma temporada de Malhaçao tao boa como essa. Mania desse povo querer comparar “Viva a diferença” com aquela Intensa com a Vida oh temporadazinha chata e essa. Pelo menos em VAD os personagens sao realistas e que possui um jeito maturo ja essa Intensa era um monte de pirralhos bancando de adolescente. Nem parece ser criada pelo autor de Castelo RaTimBum , parabens Cao Hambuguer.

  13. Felipe Ricardo disse:

    Estou gostando dessa temporada, o jeito que os jovens se comunicam é o mais próximo de ser das malhações intensa como a vida e sonhos, fora as semelhancias de algumas personagens como a k1 lembra um pouco a fatinha e a lica lembra a lia. A Benê tem um q de ana francisca de Chocolate com Pimenta. Só espero que k1, k2 e Samantha se mostrem mais como vilãs e as meninas boas protagonistas. A respeito da baixa audiencia nas quartas está acontecendo da trama começar por volta das 17h30 e terminando umas 18h05 e as outras novelas tbm estão começando cedo: Novo Mundo as 18h05, Pega Pega as 19h15 e A Força do Querer as 20h55. Enfim até então essa MALHAÇÃO é um SUCESSO!

  14. Rafa disse:

    Chocado com essa temporada, não perco nenhum capítulo no GloboPlay

    Pisa mais Cao!!!

  15. osnar disse:

    eu acho que na quarta a novela começa mais cedo por causa do futebol (todos os outros programas tambem), por isso a audiência menor.

  16. Biel disse:

    É boa sim, mas não exagerem, não é a oitava maravilha do mundo, dá pro gasto. Uma coisa que me incomoda é os personagens todos no cio, não pensam em outra coisa a não ser sexo.
    É impressão minha ou Malhação meio que voltou ao formato original? Histórias que se iniciam na segunda e se resolvem na sexta. Isso ficou bem claro na história do falso Deco, mas a questão é: cada semana poderia ser uma menina diferente, mas parece que a história gira só em torno da Keyla. E esse formato aí deve ser porque o Cao tem muita dificuldade de escrever novela, porque se percebe que a narrativa de Viva a Diferença tem nuances de série, e não é por inovação, mas sim porque o autor não leva muito jeito para folhetim.
    A novela tá boa sim, mas o grande problema é a duração. Provavelmente vai ficar no ar durante um ano inteiro, mas será que rende história até lá? Difícil dizer, porque aparentemente a trama não tem fio condutor, é aquela coisa de esperar a semana começar pra ver sobre o que vão falar

    • Roberto Filho disse:

      Concordo com tudo,falta um fio condutor forte mas as tramas estão se desenvolvendo bem,meu medo é q tornem a ficar repetitivas com o tempo,visto que essa temporada vai até junho do ano que vem

  17. Um Noveleiro disse:

    “Close certo”

  18. Eu disse:

    A novela tá muito boa e tudo mais, mas, muito heteronormativa, achei que ia ser diferente nessa questão.

  19. Verônica Dias disse:

    A audiência é mais que merecida. As protagonistas são cativantes , não têm a profundidade de um pires como nas outras temporadas. Tem alguns clichês no sentido casais, mas qual casal não é clichê? As shippadoras estão fazendo a festa, tem casal pra tudo quanto é gosto: menina rica com garoto pobre (Tinderson), casal geek (Jotellen), melhores amigas/meio-irmãs disputando um garoto (Felica), garota esquisita e tímida com o mais bonito e popular (Gunê) e melhores amigos apaixonados (Keyto). Além de todos terem química. A novela também não tem frescuras com o tabu sexo, chega dessa história de que toda protagonista tem a obrigação de ser virgem! (Só tem a Ellen e a Benê, mas é completamente justificável). Os protagonistas adultos Roney e Josefina também são shippáveis. Outro coisa também que adorei foi apresentar um adolescente bêbado com naturalidade, chega de suco! Senti falta de personagens representando LGBTs, mas pra uma temporada que já teve tantas mudanças na fórmula usada por mais de 20 anos, está bom até demais. Quem sabe se essa temporada continuar com a mesma qualidade até o fim, o Cao seja convidado pra escrever mais uma ( se o Jacobina foi depois daquele desastre que foi Malhação Seu Lugar no Mundo, imagina quem faz temporada de sucesso?) e aí ele pode colocar personagens LGBTs?

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