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Carol Duarte arrasou em “A Força do Querer”, mas queremos falar do Fiuk

A cena de “A Força do Querer” com Ivana (Carol Duarte) revelando para a família que é trans foi de uma maravilhosidade gigantesca. A direção, os atores, o texto de Glorinha Perez, tudo aquilo serviu para colocar aquela cena no hall das mais memoráveis das novelas de todos os tempos. Isso que eu falei não é surpresa para você leitor que deve acompanhar outros sites de televisão, e hoje todo mundo deve estar aplaudindo de pé a Carol Duarte pela atuação impecável. No entanto, uma estrela de ruindade acabou sendo ofuscada no meio desse momento, e é claro que nós do Coisas de TV vamos virar nosso holofote para ele. Sim, o Fiuk.

O carismático filho de Fábio Jr foi jogado aos leões quando Gloria Perez o convocou para atuar em “A Força do Querer” em um dos núcleos principais, o que envolve o triângulo amoroso de Ritinha (Isis Valverde). Nós do Coisas de TV inclusive já havíamos elogiado a interpretação do rapaz, mais porque ele estava atuando como ele mesmo. Ruy é meio sedutor, cafajeste, e não se importa em trocar a noiva adorada pela sua mãe por uma sereia paraense. Desde então, Fiuk tem cumprido seu papel decentemente. Mas o que houve nessa cena da Ivana, meu deus??

O ~ator~ estava visivelmente desconfortável na cena. Enquanto Juliana Paiva, Maria Fernanda Cândido e Dan Stulbach se reviravam numa montanha russa de emoções e lágrimas, Fiuk parecia um humorista fazendo uma paródia de cena de impacto numa novela mexicana. Interpretava olhando o além, na esperança de que alguma alma vagando pelo Projac o ajudasse a passar por aquela prova de fogo. Infelizmente, o único espírito que surgiu para auxiliar o coitado foi o do Cigano Igor.

A sorte do cantor é que sua falta de traquejo cênico foi totalmente eclipsada pelo sucesso dos outros atores envolvidos. Sua nota zero não afetou a média geral da cena e provavelmente o ator não será taxado eternamente como ruim. Que sorte, heim Fiuk!

Fábio Garcia

Nunca tive a chance de falar "como vai, Galisteu?".

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132 Resultados

  1. Joana disse:

    Aí eu adoro o Fiuk, tem uma fan base desde malhação ID aliás, chega a ser idiota essa comparação descabida com o cigano Igor, mas o Ruy não é que não é dessas coisas mas nem da pra comparar: um playboy mimado que é chifrudo pela mulher “sereia” que não vale o coco que faz.. podem falar o que for mas a Ritinha é tão vilã como a Irene

  2. Biel disse:

    Só eu acho que a Giovanna Antonelli e a Nathalia Dill atuam sempre do mesmo jeito? A Giovanna até dava uma diferenciada nas personagens há anos atrás. A atuação dela como a Elvira de Xica da Silva e depois como a Capitu de Laços de Família foram bem diferentes, mas nessa década, eu tenho impressão que ela dá o mesmo tom para todas as personagens. E ela pegou a mesma mania da Cléo Pires de ficar fazendo careta.

    Enquanto a Nathalia Dill… eu amava ela tanto em Malhação, Paraíso, Escrito nas Estrelas, Cordel Encantado. Mas agora… não sei se é porque ela anda fazendo muitas novelas uma atrás da outra, mas a atuação dela está uma porqueira. A Larissa Manoela deu um show interpretando gêmeas, ao mesmo tempo que a Nathalia Dill se mostrou um poço de canastrice interpretando as gêmeas Júlia e Lorena. Qual era a diferença entre a Júlia e a Lorena mesmo? Ah sim, o visual, porque a interpretação da Nathalia Dill era a mesma para duas personagens com personalidades totalmente diferentes.

    E o pior é que essas duas atrizes são muito superestimadas. A Nathalia Dill principalmente com a sua atuação em Rock Story. Eu achava um desrespeito com a Glória Pires inclusive, que sabia dar tons bem diferentes para suas gêmeas, enquanto a internet e a crítica elogiavam a grande atuação da Nathalia.

    Chega da Giovanna e Nathalia por um tempo. Elas não precisam ficar na geladeira, mas descansem um pouco, talvez elas estejam muito exaustas para atuarem e por isso não conseguem demonstrar esforço

    • Um noveleiro disse:

      “A Larissa Manoela deu um show interpretando gêmeas” AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAH

    • Um noveleiro disse:

      Não migo, Dona Manoela tava tão canastrona quanto…

    • José disse:

      Olha, eu não acho que a Giovanna seja canastra, eu acho que ela entrou no piloto automático em Aquele Beijo, como eu disse na outra matéria: só sabe fazer a típica mulher desastrada, sarcástica, bem-humorada e independente que no fundo é frágil emocionalmente. Parece que a Globo entrega personagens a ela já pensando em vender o brinco que ela vai usar, a capa de celular dela, a bolsa, a pulseira, a bota… ela é uma atriz e-commerce, virou muito mais celebridade do que atriz, e sabe-se lá se ela não se sente desestimulada, porque convenhamos, apesar de só fazer novela ruim ultimamente, ela sempre ganha uns personagens bons., mas imprime a eles sempre o mesmo tom.

      Nathalia Dill: canastra de marca maior. Péssima dicção, sempre a mesma cara, o mesmo cabelo, e invariavelmente faz a vilã ou a mocinha (ou as duas coisas, como em Rock Story e em Joia Rara, que a vilã virou mocinha). Ela foi muito bem na Malhação e em Cordel Encantado, mas pra mim parou por aí. Em Paraíso e em Escrito nas Estrelas, eu já não suportava, em Cordel só se destacou porque era uma personagem diferente e a Açucena era um porre.

      A questão é que a Globo admite que escolhe sempre os mesmos atores que eles julgam capacitados para estrelar novelas, é um time extremamente seleto, e que precisa obrigatoriamente ser bonito… aquela história do Guilherme Prates ter que abandonar Malhação porque não tinha o rostinho perfeito do Leicam hoje é regra aplicada lá dentro. Procura a matéria que diz que a Carol Duarte foi promovida e agora pode interpretar protagonistas… é ridículo a maneira explícita eles fazem de dizer que só as Marquezines e os Chays da vida podem fazer protagonista.

      • douglas disse:

        Mas ai você ta descrevendo não só uma regra da globo, mas sim o que é a televisão. Sempre foi assim e sempre será infelizmente. E quando não conseguem fazer a carreira de gente bonita decolar, eles vão lá e inventam galãs.

        Por exemplo, me diz onde que o Felipe Simas é bonito? Pois é… Mas é vendido pela globo como galã. Malhação, protagonista de novela teen… Tudo isso cria uma figura que não existe. A TV tem esse poder.

    • douglas disse:

      Discordo de quase tudo mas esse lance da Lorena é verdade. Mas ai é culpa do personagem mal construído e a PÉSSIMA direção do dennis carvalho. Não sei da onde tiraram que a direção dele foi um dos pontos altos da novela.

      Era ridícula aquela caraterização “””””roqueira”””” pra diferenciar a Lorena da Julia. Acharam que lápis de olho forte era o suficiente. Fora que foi uma vilã fraquíssima e inútil, tanto que morreu antes do fim.

    • Rafa disse:

      Larissa Manoela melhor atriz kkkkkk

      Só rindo… é outra guria que vive no automático, parece que tá fazendo a Mari Joaquina em todos os personagens.
      E outra a Isabela da Manoela empatam com força com Júlia e Lorena, basta ver a versão de 2006 com a Belinda e comparar.. E olha que geral metralhou pq as duas estavam com “penteados semelhantes”.

    • osnar disse:

      nossa… Dill saturadíssima… tem que ficar uns 10 anos fora do ar… agora Giovanna é ótima porém ecolhe papéis lixo.

  3. lsureke disse:

    o que me incomodou um pouco nessa cena, aliás, o que me incomoda nas novelas da Glória é a falta de colaboradores. Perece que os diálogos são sempre os mesmos, que os assuntos surgem de forma nada natural. Por exemplo, quando Ivana conheceu o Tê, do nada o cara soltou: “Oi eu sou o Tê, eu nasci menina, quer ver uma foto minha quando criança?”, era uma cena que precisava de didatismo? Sim, afinal muita gente nem sabe o que é transsexualismo, mas acho que seria mais interessante se o assunto surgisse em meio à um diálogo informal, de forma natural, não como aula do Telecurso 2000. Talvez a presença de colaboradores que “enrolassem” o público até o assunto entrar na roda deixasse a cena com mais sutileza. muita gente critica o fato dos diálogos das novelas do Benedito serem iguais, mas qual a diferença entre a dona Encarnação falando pra Doninha que sente falta do Martim trocentas cenas e a Ivana dizendo pra psicóloga que não gosta de suas roupas outras trocentas cenas? A diferença é que nas novelas da Glória sempre tem algo acontecendo em algum outro núcleo, o que disfarça essa sensação de loop infinito.
    Talvez por isso as novelas da Glória tenham tantos personagens “orelhas” que não têm dramas próprios , para disfarçar a dificuldade de disfarçar as campanhas sociais. Você pode dizer “ain, mas campanha social não é para disfarçar…”, sim, mas não seria mais harmônico ver Ivana tendo outros diálogos, fora de seu drama pessoal, ou aconselhando a Simone sobre algum outro assunto ao invés de só ouvir conselhos da prima? Por isso acho que se a Glória tivesse colaboradores, eles poderiam inserir (de vez em quando, porque ninguém merece um marasmo em que nada acontece) essas cenas menos relevantes, mas que são um respiro aos personagens. De resto, a força do Querer segue ótima!

    • douglas disse:

      Exato, outra tecla que sempre bato. Eu nem acho que seja uma regra da Glória, todos os outros merchans ela sempre abordou bem. Mas esse ta MUITO didático, muito cartilhazinha. Por mais que boa parte do público precisa ser “ensinado” dessa forma, ainda é exagerado.

      E pra falar a verdade toda essa trama da Ivana foi pra pescar o público do textão que já não ligava mais a tv. Caça níquel puro. E eles não precisam dessa aulinha, mesmo a maioria cagando pra questão de verdade e só querendo parecer descolados pros amiguinhos.

    • José disse:

      O diálogo da Ivana e do Brant quando se conheceram foi bem bacana e casual, o que ficou ridículo foi a Cibele sendo apresentada a ele na festa. Acho que uma pessoa como o Brant não deve gostar de estar em um bar, em uma festa e do nada ser chamado pra pela milésima vez ficar falando gratuitamente para estranhos que nasceu mulher, tomou hormônios, fez cirurgia e virou homem. Deve ser até constrangedor… sei que alguns personagens eram necessários para “escada” de outros mais importantes, como a Simone, o Brant, etc, mas soa incômodo numa novela em que o público tem tanta afinidade com uma gama de personagens interessantes, ver alguém que aparece e não tem vida própria, só vive em função de outrém. Também não gosto dos exageros folhetinescos da Glória, como “a Mira vai todo dia no mesmo bar no mesmo horário”, ou o fato da Irene matar o amigo do tio Garcia e logo em seguida fugir pra dar o golpe em quem? No sobrinho do tio Garcia! Ou vários outros absurdos como a família da Joyce nunca ter ouvido falar em transgênero, sendo todos ricos e instruídos (nunca ouviram falar da Roberta Close? do Thammy Gretechen?), ou o recente caso do talão de cheque roubado que ninguém pensou em mandar cancelar no banco, dentre outros itens que a Glória abusa um pouco da boa vontade do público (mas vamos voar, né?)

      • Um noveleiro disse:

        Nossa, eu tbm achei a cena tão, mas tão sem sentido que tipo…todo mundo falando de transexualidade e rindo como se nada fosse nada e OK. Mas enfim… Glorinha né? Glorinha…

      • Rafa disse:

        Teve uma cena na revelação da Ivana que a Simone não tava conseguindo abrir a porta e some feito poeira e tipo DO NADA a Joyce aparece e olha só CONSEGUE ABRIR A PORTA DO QUARTO kkkkkk..Atéa minha mãe que não é muito atenta pegou isso, aí eu disse, vamos considerar que a porta não estava trancada.

        • lsureke disse:

          Mas, se eu não estou enganado, a Ivana abriu a porta pra Simone, aí a Simone disse que ia buscar alguma coisa e saiu, só então que a Ivana cortou o cabelo e a Joyce entrou.

  4. Biel disse:

    Claro que A Força do Querer é melhor que Avenida Brasil, mas a impressão que eu tenho é que todo mundo se traumatizou com a saga Babilônia > A Regra do Jogo > Velho Chico > A Lei do Amor que A Força do Querer passa a imagem de ser a novela do milênio, mas gente, é uma novela normal. Acho que futuramente pode vir coisa melhor no horário nobre, mas vocês se contentam com pouco, né, então nem precisa. Eu ainda acho Salve Jorge a melhor entre muitas, pois apesar de ter tido um porrilhão de núcleos, a Glória foi limando personagens ao longo da história e a trama central era muito boa, mesmo com o Théo provocando ódio no público dizendo que tráfico de pessoas era lenda. A Força do Querer é melhor que Caminho das Índias. Aliás, Caminho das Índias era uma novela que eu adorava na exibição original, mas na reprise, eu peguei asco. Acho que o Vale A Pena Ver de Novo promove uma segunda chance para avaliar melhor as novelas. Cobras & Lagartos, por exemplo, na exibição eu achava uma maravilha, enquanto na reprise, vi que a novela não era tudo isso. Cheias de Charme eu não curtia muito na exibição original, já na reprise, vi que a novela era realmente boa. Senhora do Destino eu nunca tive uma impressão muito boa, essa atual reprise só piorou a impressão que eu tenho da novela. Talvez se a Globo reprisar Salve Jorge algum dia, eu perceba os erros da novela e crie um ranço como aconteceu com CDI rsrsssss. Avenida Brasil eu achava um nojo na exibição original, no início desse ano, eu não perdia nenhum capítulo da novela no novelão do Video Show

    • José disse:

      Novelas estão associadas a contextos pessoais das nossas vidas. Eu tenho um carinho absurdo por Caras & Bocas por causa da época que eu via a novela, mas como produção, não tenho vontade de rever (não vi um capítulo sequer da reprise, não senti falta). Isso conta MUITO. Tem também a emoção de sabermos na reprise o que vai acontecer, as vezes a novela quebra as nossas expectativas, ela é melhor na exibição original porque na nossa cabeça, criamos teorias conspiratórias sobre o final e o autor pode não fazer isso valer. Eu mesmo imagino um final espetacular para A Força do Querer, mas se a Glória investir no clichê e no óbvio, vou ficar um pouco decepcionado.

      De fato as pessoas ficaram traumatizadas pela sequência demoníaca das 21h, mas a questão é que desde Insensato Coração, não teve realmente um novelão das 21h. Todas, por mais que fossem recheadas de qualidades (como você mesmo diz e eu não discordo a respeito da trama central de Salve Jorge, ou qualquer outro viés positivo de Avenida Brasil, Amor à Vida etc), pra mim, ainda foram infestadas de defeitos que comprometeram o resultado final SIM. Pra mim, desde Passione, a primeira novela da faixa que eu realmente gosto a ponto de não permitir que os defeitos neutralizem as qualidades é A Força do Querer, é sim o grande novelão das 21h da década de 2010 até o momento. Pra mim é anos-luz superior a Avenida Brasil. É uma novela com história boa, elenco bom, texto bom, direção boa, personagens carismáticos… não tenho do que reclamar.

  5. Maura disse:

    E agora, vou tentar cutucar: A Força do Querer na conjunção completa é SIM melhor que Avenida Brasil e a melhor novela das 21h da década (até agora).

    Paralelos:
    – A Força do Querer: paralelos cativantes e alguns com bons novelos a desenrolar, vários possuem elos entre si e várias possibilidades de conexão. (Ex: Bibi ajudando Silvana, Ritinha descendo o sarrafo em Irene, Jeiza na família Garcia como futura namorada do Caio, Irene na mira do tráfico futuramente…)
    – Avenida Brasil: núcleos avulsos que foram aceitos mascaradamente pelo populacho, nenhum com história forte… apenas esquetes (exceto Família Cadinho). Nenhuma ligação a central com os outros paralelos esquetes, até possíveis elos foram sanados por omissão do autor com por exemplo a Débora ser filha do Cadinho e nunca estar presente nas esquetes cômicas, sempre estava indiretamente no central.

    Central:
    – A Força do Querer foge do tradicional binarismo entre mocinha e vilã para apostar em escolhas humanas e o atrito que causa em contato com quereres de outros. Não é uma inovação da roda da dramaturgia, mas é uma visão bem vinda;
    – Avenida Brasil traça um belo gato e rato bem desenvolvido (um mérito), porém mascarado com uma falácia de novela seriada que criou um conceito falho de “inovação”. Que nada, foi um novelão maniqueísta daqueles, mas entre o tradicional bem feito e o diferente também bem conduzido , o mais são é optar pelo diferente, né?

    Texto e Direção:
    – A Força do Querer: imprimem uma estética devida ao teor da novela, sem os carnavais trashs anteriores da autora ou as modorrentas outras direções do diretor.
    – Avenida Brasil: boa direção, porém entregam um resultado volátil e falacioso. Uma linha tênue entre popularesco aflorado com central densa, além de influenciar em falhas visões vanguardistas numa novela.

    Agora, podem me destilar o ódio.

    • French disse:

      Lendo esse textão eu percebi que a gente pode discutir por horas a fio, que não vamos chegar a lugar nenhum, isso é uma questão de visão e opinião própria, eu não vou conseguir convencer você de nada, e vice-versa

      Sobre os núcleos paralelos não tem nem discussão AFDQ pisa, mas quando se trata de trama central Avenida humilha sem dó, era uma trama muito bem amarrada e bastante criativa (sim, se você esquecer por um segundo que a novela fala sobre vingança, e olhar bem afundo na história, você vai ver o quão o JEC foi criativo ao desenvolver aquela sinopse), com personagens únicos, e bem construidos, e quanto a AFDQ ?? Um amontoado de gente com inúmeras historias interligadas sem um ponto de partida, nessa novela ou todos os personagens são protagonistas, ou não se tem nenhum protagonista mesmo, e tudo aquilo que estamos vendo são personagens com histórias completamente distintas disputando espaço (e isso NA MINHA OPINIÃO é muito pouco criativo, pois basta criar varias pessoas com interesses peculiares, colocar todos eles na mesma história e pronto você tem uma A Força do Querer)

      Sobre a direção artística de cada uma, eu acho que empata pois as duas novelas eram muito boas neste quesito, embora eu ache a de AFDQ um pouco exagerada pois toda sena com climao tem sempre aquele instrumental de fundo, que é muito bom, mas que chega enjoar em certos momentos (o silêncio total em uma cena dessas, sempre é bem vindo, deixa tudo mais dramático), já em Avenida Brasil eu acho que faltou um instrumental único e impactante em cenas que precisavam de uma direção mais densa e pesada (eles colocavam uma musiquinha bem boring)

      Resumindo: Sao

      • French disse:

        Duas ótimas novelas, cada uma com seus defeito e acertos, e que merecem muito serem disputadas para saber qual foi a melhor da década, eu acho Avenida melhor por motivos x, e você acha A Força melhor por motivos y.

      • José disse:

        JEC foi original na trama de vingança? Foi a PIOR saga de vingança que eu já vi na dramaturgia até hoje… a vingança da Nina, em plena era digital, sem fazer uso de um pen-drive pra salvar aquelas fotos, era de dar dó… aliás, a Nina PRECISAR daquelas fotos pra desmascarar a Carminha era ridículo… um exame de DNA pra provar que o Jorginho era filho da Carminha com o Max, ou apenas se apresentar ao Tufão como a filha do Genésio e provar com a ajuda do Jorginho e da Lucinda o que a Carminha fizera contra o Genésio (documentação, inventário da casa da Nina roubada pela vilã) garantiriam a derrocada dela. A vingança da Nina foi puramente mandar a Carminha servir o jantar dela aos gritos. Até a Ana Francisca numa novelinha das 18h água com açúcar se vingou melhor de seus algozes.

        A originalidade estava onde? Porque o cerne da narrativa era IDÊNTICO ao do seriado Revenge, e em questão dramatúrgica, a saga da mocinha justiceira que volta com outra identidade para dentro do clã de seus algozes para se vingar e se envolve com o filho da vilã já foi feito de maneira bem mais interessante pelo Walther Negrão em 1988 em Fera Radical. Aliás, o final de FR com o embate mortal entre Cláudia e Joana é ANOS-LUZ superior ao perdido de perdão piegas da Nina e da Carminha no desfecho de Avenida Brasil.

        Alguma mandinga faz o público ter essa falsa ideia de originaldiade e ápice da criatividade do JEC com Avenida, que foi apenas uma novela razoável e com bons ganchos. Até Salve Jorge tinha um enredo central mais interessante e original.

        • French disse:

          -isso tudo que você sitou foram erros de folhetim, que toda santa novela tem (inclusive a sua intocável AFDQ), quando eu disse para esquecer que a novela fala sobre vingança e olhar mais afundo na história era para analisar os personagens, o porque deles estarem ali e cometerem aqueles atos horríveis mais que eram ate justificáveis

          Carminha e Max foram criados em um lixão, apanhavam do Nilo direto, fora que o pai dela era podre, vivia dizendo que ela era um lixo e tudo mais, qualquer pessoa enlouqueceria se tivesse passado por tudo isso, logo eu não acho tão absurdo assim que ela tenha cometido crimes horríveis para ter uma vida mais digna (tanto que depois ela enricou sossegou o facho, e só tinha uma relação com o Max porque se ela o abandonasse, ele poderia abrir o jogo para o Tufao)

          -Nina teve uma infância horrível, perdeu o pai por culpa da madrasta vadia, e foi abandoada em um lixão, e se não fosse a mãe Lucinda ela nem cacife para se vingar da Carminha ela teria, os traumas fizeram com que ela cometesse atos dignos de uma vilã (a Nina queria que a Carminha enlouquecesse, se ela revelasse as fotos para o tufao de cara, a Carminha provavelmente iria enrolar ele como sempre), a vingança da Nina era uma vingança psicológica (jogar lixo na comida feito por ela para que todos pensem que a sanidade mental dela não estava inteiramente saudável, cortar o cabelo de uma pessoa extremamente vaidosa e arrogante é quase um crime e por fim a Nina mandar a carninha servir seu jantar era uma afronta enorme e extremamente prazeroso tanto para Nina quanto para o publico) bom mais se você acha que nada disso era o suficiente fique com a sua Ana Francisca que ouvia a Olga chamar seu filho de monstrinho e só fazia abaixar a cabeça

          -e onde está a originalidade de AFDQ ? Todas as histórias mostradas na novela ja vimos antes, mas é claro, não podemos reclamar já que AFDQ é uma novela inominável

          • José disse:

            pra falar da Saturação Brasil até os fãs de farofa do site começam a gostar de personagens dúbias hahahahahahahahahah você é ridículo

        • French disse:

          De Personagem dubio eu sempre gostei, oque eu não gosto é do excesso de personagem assim da ultima década para cá (fora que eu nem gosto de novela farofa/pastelão, abrindo claro raras exceções)

        • Biel disse:

          Avenida Brasil é estranhamente parecida com Revenge, não acredito que o JEC tenha copiado a série, mas se inspirou na mesma obra (O Conde de Monte Cristo), e criou uma protagonista feminina, assim como a da série e tudo acabou ficando muito igual. A novela Ezel é outro clone de Avenida Brasil. Gente, é assustador ver como esses 3 folhetins se parecem, para não dizer que são iguais. E há muitos anos atrás a Globo exibiu uma novela chamada Eu Compro Essa Mulher, que tem a mesma sinopse dos 3 folhetins que eu citei. Então, essa história de vingança é mais manjada que a piada do é pavê ou pacumê. Não acho Avenida Brasil nem inovadora e nem uma novela boa. Revenge é infinitamente superior por motivos de: ter sido um folhetim sério, sem Cadinho, Diógenes, Soninha Catatau, etc e realmente ter tido uma personagem que queria fazer justiça. Nos 89 episódios de Revenge vimos uma vingança, enquanto nos 179 capítulos de Avenida Brasil vimos a Nina vomitando

          • French disse:

            -você não está comparando por igual o ritmo de uma série com o de uma novela, esta ?

            -bom eu não sei porque essa implicância toda com o fato de Avenida ter sido inspirada na mesma obra que Revenge e Ezel, eu acho que é uma boa oportunidade de vermos uma mesma história sendo contada de varias formas e pontos de vista diferentes, se bem que olhando pelo lado dramatúrgico, é meio chato saber que a novela mais vendida do pais é só mais uma que foi inspirada nessa “O Conde de Monte Cristo”, mais se os americanos e os turcos podem nós também podemos, ou será que não ?

            -Avenida precisava ter esses núcleos porque era uma NOVELA gente, ninguém consegue sustentar uma história de 179 capítulo sem encher um pouco de linguiça (fora que em uma série o autor tem muito mais tempo para moldar sua história, já que a pausa de uma temporada para outra é sempre grande, ao contraria da novela que tem seu começo, meio e fim escritos quase que diretamente)

            -não assisto/assistia essa Ezel então não posso opinar.

          • dougas disse:

            “eu compro essa mulher” tbm foi inspirada em o conde de monte cristo. E não faz sentido dizer que série X é melhor do que novela Y. É impossível comparar programa de formatos e gêneros diferentes. Claro que Revenge tinha que ser séria. E claro que Avenida Brasil precisava de núcleos paralelos como toda novela. Agora, o JEC não saber fazer trama paralela já é outra história.

          • Biel disse:

            Não estou falando da comédia dos núcleos paralelos, mas sim do humor de gosto duvidoso do núcleo central mesmo. Apesar de Revenge ter apresentado a mesma história, as tramas eram tratadas com seriedade, enquanto a grande trama de Avenida Brasil tinha o desprazer de mostrar cenas da Nina fazendo a Carminha comer massa com salsicha, a Zezé dançando no meio da faxina e o Leleco e a Muricy se atracando na casa de praia. A Nina se vingou da Carminha ou fez justiça? A Carminha além de tudo foi presa por ter matado o Max para SALVAR a Nina. Avenida Brasil não é uma novela para ser levada a sério como 99% das pessoas levam. E pra mim, Avenida Brasil, além de tudo, é um tremendo pastelão, que só foi disfarçado com a estética da imagem e dos cenários. E o fato de ter tido 179 capítulos não justifica. A Band transformou os 70 episódios de Ezel em 215 capítulos e a novela nem tinha tramas paralelas para encher linguiça, foram que o Ezel, Eysan e Cengiz tiveram uma relação muito mais conflituosa que a Nina e a Carminha, a Eysan aliás, é uma vilã muito mais perversa que a Carminha e a humanização dela fez muito mais sentido. Ambas se tornaram malvadas por culpa dos pais, mas a Eysan não virou vítima de um minuto para o outro como a loura estérica. Eu só não acho Avenida Brasil pior que A Regra do Jogo, mas considero quase uma bomba dramatúrgica por tanta coisa bizarra que acontecia na relação da Nina com a Carminha durante toda a novela

          • douglas disse:

            De novo, como eu falei, não faz sentido comparar. Revenge era dramalhão com ação americano, esse tipo de série jamais vai ter humor. Sim, não é necessário humor numa trama central pesada de novela, mas nesse caso tem que se levar em conta o aspecto cultural e o próprio tom da novela em si. Ver a vilã sendo humilhada dentro desse contexto (comendo comida de pobre, sendo xingada igual xinga as empregadas, cabelo cortado e etc) tbm é um forma de vingança, e também engraçado porque é nossa cultura. O brasileiro é debochado, principalmente o carioca, justamente os que eram retratados em tela. É uma questão de identificação.

          • Biel disse:

            Mas o problema nem foi a massa com salsicha, o problema é a vingança da Nina ter parado por aí. E a vingança parou por ali por causa do amadorismo da Nina, que imprimiu meia dúzia de fotinhos da Carminha e depois perdeu. A Carminha era malvada demais ou a Nina era uma anta?
            Sinceramente, me dói saber que A Favorita (um verdadeiro novelão e o JEC estava realmente inspirado) foi esquecida em um churrasco e Avenida Brasil vai ser aclamada até o fim dos tempos

          • French disse:

            Mas a narrativa da trama era exatamente essa, a Nina só queria humilhar a Carminha mesmo e de bônus acabar com o casamento dela (casamento esse que ela roubou, matou e abandonou para conseguir), fora que o amadorismo da Nina é ate compreensivo, ou você queria que uma garota criada no lixão voltasse 10/20 anos depois praticamente uma agente do FBI, ela arquitetou aquele plano durante toda sua infância (inclusive eu tenho a impressão de que o plano dela soa meio infantil exatamente por isso), eu considero a Nina uma mocinha muito imatura, mas também muito forte.

            -concordo plenamente, A Favorita merece ser bem mais aclamada doque Avenida, mas fazer oque se o brasileiro tem memoria curta

        • lsureke disse:

          Avenida Brasil é um emaranhado de outras histórias: Trama central inspirada no Conde de Monte Cristo, o Nilo parece ser inspirado no Fagin de Oliver Twist (inclusive a caracterização inspirada no filme de 1948), além das inúmeras outras estorias reaproveitadas de outras novelas do autor. Tudo disfarçado em um texto ágil e uma direção caprichada, aliado a um momento oportuno do país. Acho que, enquanto novela, cumpriu seu papel, e nem acho condenável esse repeteco, afinal, “na TV nada se cria, tudo se copia” mas concordo que é um exagero elevá-la ao patamar de grandes novelas junto com outras que mereceram muito mais esse posto.

    • Biel disse:

      Você tem toda a razão, A Força do Querer é tudo isso sim. Acontece que acontece uma coisa muito louca nas novelas da Glória que elas começam ruinzinhas, ficam medianas e depois se tornam novelões incríveis. Salve Jorge inicialmente foi engolida pelo sucesso de Avenida Brasil que teve uma reta final frenética e o início de Salve Jorge… bem, nem preciso falar sobre os capítulos iniciais de SJ. Depois que a Morena foi levada para o bordel, a novela começou a ficar maravilhosa. As piores coisas de SJ talvez tenham sido a direção e os núcleos turcos. O cabelo bipolar da Morena era uma piada pronta. Mas eu via muitas qualidades também na novela.

      Gostei de SJ por tantas razões. SJ inclusive é a novela que teve a melhor vilã da Glória Perez, a Wanda, que por sinal, é o melhor papel da carreira da Totia Meirelles. Além disso, o texto da Glória emocionava muito. A morte da Jéssica comoveu o Brasil. O sofrimento da Lucimar ao saber que a Morena havia morrido fez o público sofrer com a mãe da mocinha. A única vez que eu me emocionei com AFDQ foi com a pity party do Dedé, e olha lá

    • José disse:

      Maura, responde meu e-mail, mulher

  6. Maura disse:

    Honestamente, acho que vocês confundem ser refinado com ser puramente do contra. É possível sim, ter gosto apurado vendo produções popularescas e até mesmo repetitivas, contanto que a trama traga um cerne com uma personalidade nova. A Força do Querer é sim, uma novela que usa e abusa de clichês novelísticos, é justamente por isso que faz sucesso. Agora não adianta a pessoa invocar expectativas pessoais para incitar críticas do conjunto real em que a novela é desenvolvida, né?

    – Bibi nunca e jamais foi dita oficialmente que seria uma diva maluca com uma AK-47 em mãos tacando o terror em favela alguma, a personagem é uma adaptação fiel do livro da Fabiana Escobar à cerca de escolhas da personagem pelo exarcebado;
    – O triângulo Ritinha-Zeca-Ruym (foi de propósito) tem coisa manjada da Gloria e de mil novelas? Sim, mas há uma simbiose original ali: Ritinha não mentiu por ser mau-caráter (vilã de malhação) ou por ser uma mocinha asfixiada por motivos externos (Maya, Teresa de Velho Chico, Helô de A Lei do Chorume e etc por ex), e sim por por narcisismo próprio. A personagem é interessantíssima e o querer da Ritinha é apenas se satisfazer ela mesma.
    – A personagem da Irene apesar de ser como disseram (kibe do kibe), curiosamente foi a ÚNICA vilã da Gloria em toda a sua carreira a emplacar sem nenhum tipo de alças, apenas pelo espontâneo. O mérito é mais da Débora, mas o roteiro também ajuda, né? Diferente de Alicinha e da Yvone, a Irene não é só uma golpista atrás de marido alheio… é uma personagem caricaturamente (leiam de forma positiva) mais interessante. Possui passado podre, tem certo carisma de personagem, é bem mais maniqueísta que as outras.

    Ah, e o fio condutor da novela tá justamente no título: Querer e suas consequências. A Bibi com seu querer exarcebado afeta outros núcleos, assim como Ritinha com seu querer narcisista convicto também atinge, Jeiza com seus quereres passionais acima dos profissionais e éticos, Ivana com seu querer de tentar ser o que é, Joyce em seu querer de realizar sua vida em função dos outros e por aí vai… Pensem fora da caixa, pessoal. Fio condutor não se resume apenas a uma diva loira ensandecida com uma pistola na mão matando meio elenco pra afetar mocinhos patetões, que ao que parece virou significado de linha temporal de novela com a saturação excessiva desse formato, não culpo mto vocês… Mas vamos ser mais sensatos, pessoal.

    • French disse:

      -Sim, a Bibi foi vendida como a bandidona da história, todos os sites de novelas estavam afobados com a personagem, e começaram a dizer que ela ia fazer isso e aquilo, resumindo fui iludido como muita gente que estava ansioso pela estreia da novela e sempre arrumava um tempo para ler algo sobre ela, minha mãe mesmo achava que ela iria virar a chefona do trafico, mesmo não lendo nada sobre a novela, pelo que ela viu nos primeiros capítulos e ficou sabendo que ela era conhecida na vida real como A BARONESA DO PÓ.

      -Eu acho a Irene uma personagem muito fraca no quesito vilania, ela mesmo sendo bastante má continua morna, acho ela uma pedra de gelo, mas eu tenho que tirar meu chapéu porquê mesmo sendo uma porta, conseguiu que o Eugênio deixasse a Joyce (baita mulherão) para ficar com ela

      Bom, mas apesar de tudo é uma boa novela, e como toda boa novela tem seus defeitos AFDQ também tem, mas que já está se tornando bastante superestimada e isso é até prejudicial para a novela (muita gente pegou ranço de Avenida Brasil de tanto que ela é ovacionada até hoje)

      • José disse:

        – Sites de pouca credibilidade venderam a Bibi como uma bandida, rainha do tráfico… isso é culpa dos jornalistas que não fizeram o mínimo de pesquisar. O que se noticiou na mídia confiável – Kogut, Daniel Castro e afins – era que a personagem da Juliana Paes seria inspirada na Fabiana Escobar. Qualquer busca no Google ou uma lida por cima no livro dela seria o suficiente pra saber que era a história de uma mulher que se apaixona por um traficante e fica deslumbrada com o poder que o crime, dentro da favela, proporciona. Concordo que os termos “Perigosa” e “Baronesa do Pó” abrem margem pra gente achar que ela ia ser uma mafiosa temida, mas quem lia entrevistas confiáveis na época sabia a origem dos apelidos: Perigosa era pela marra e empáfia da Bibi em falar de igual para igual com os demais homens do bando do marido (coisa que a Bibi tem, o Batoré morre de medo dela) e pelos barracos e agressões contra as amantes do marido (que a Bibi também tem); e Baronesa do Pó é o termo que ganhou da imprensa da época (2008/2009) porque era casada com o Barão do Pó da Rocinha, e ela sempre postava fotos no orkut segurando fuzil ou coisas do tipo que a Bibi também faz, por puro deslumbre. Enfim, faltou pesquisa aos jornalistas e eles tiraram conclusões próprias e precipitadas sobre o rumo da Bibi. Mas eu, sinceramente, prefiro a história do jeito que é contada. Muito menos maniqueísta, a Bibi é um tipo riquíssimo de personagem poucas vezes apresentado na nossa TV, é um presentão pra Juliana, que agarrou a oportunidade com unhas e dentes. Os defeitos da Bibi se equilibram com suas qualidades – ela tem um coração de ouro, é uma mulher muito generosa e tudo que ela faz é porque ela “ama grande”, e não porque é ambiciosa ou mau-caráter. Isso ainda pode garantir um final feliz e redentor para ela e o Caio, em vez do óbvio e previsível da vilã presa pela heroína Jeiza.

        – Digo e repito, mesmo que vocês debochem: a Irene é MUITO melhor que a Yvone. A Yvone estava presente em Caminho das Índias puramente por cartilha de mershan social, porque a Glória discutia a mente humana… tinha a esquizofrenia do Tarso e a psicopatia da Yvone. A questão é que a psicopatia se tornou lugar-comum em obras de ficção, é sempre associado a personagens insanos, caricatos, que saem matando todo mundo gratuitamente… CDI estreou logo após A Favorita, onde todos os sites chamavam Flora, uma vilã quase que batizada pela dramaturgia mexicana, de psicopata. Quando a Glória anunciou que a sua vilã seria psicopata também, todos quiseram achar semelhanças entre as duas vilãs e logo foram falando que a personagem da Sabatella era fraca, que devia muito à da Patrícia. Mas a Yvone era uma psicopata da vida real: extremamente fria, apática, sem sentimentos, sem grandes expressões faciais, sem remorso, manipuladora, dócil, amável, se fazia confiável… cada maldade dela era enredada por algum discurso do Dr. Castanho sobre a mente do psicopata. A Irene iniciou sua saga parecida com a Yvone (mas aí é vício da Glória Perez, já que a própria Yvone copiou a trajetória da Alicinha, a golpista de O Clone, sendo que ela podia ter escolhido diversos outros caminhos para retratar a psicopatia), mas como VILÃ, é muito melhor. A Irene está aí pra causar comoção, pra abusar dos clichês, pra provocar a raiva das pessoas, pra ser maniqueísta… ela é divertida, ela tem personalidade, ela é malvada mesmo e tá nem aí, ela tem um passado sombrio, ela é uma assassina, ela tem uma amiga/comparsa, ela é vingativa… a vingança dela contra a Joyce é muito mais cruel do que o que a Yvone fez contra a Melissa após apanhar da perua. A Yvone fez uma trajetória de cartilha, e tudo que ela fez foi pra justificar a psicopatia, enquanto a Irene tem a liberdade de ser uma vilã mais tradicional, que transita entre os núcleos, e que já prejudicou até os protagonistas Caio e Bibi, que já comprou briga até com a outra protagonista, Ritinha, enfim… a Yvone sequer cruzou o caminho com a Maya.

        • French disse:

          -Sites de pouca credibilidade, mas que tem uma legião de pessoas que leem e confiam neles, mas tudo bem a ilusão que eu tive com a Bibi foi mais culpa minha doque de qualquer um

          -merchandising esse que foi muito bem retratado pela Gloria, a Yvone era bem mais competente que a Inere em todos os quesitos, a Irene vive para dar golpes nas pessoas e para que ?, a mulher tem uma ótima posição social, uma carreira, é reconhecida pelo seu trabalho, e ao invés de se concentrar em crescer financeiramente, ela gasta todo seu tempo tentando seduzir alguém que apesar de ter uma ótima condição financeira, não tem muito a oferecer a ela (a não ser que toda a carreira dela seja mentira, já tem uns meses que eu não acompanho a novela pois estou trabalhando a noite),

          • José disse:

            Sim, o mershan social da Yvone foi ótimo, não discordo, mas como vilã, a Irene funciona melhor. Como FOLHETIM, é muito mais gostoso de acompanhar a Irene do que a Yvone, independente das pretensões dela. E não, ela não é arquiteta, o diploma é falso.

          • French disse:

            Continuo team Yvone…

            -Embora eu ache que a Irene pisa em todas as vilãs que teve nesse horário de Império para cá

  7. Fabiana disse:

    Teve gente aqui dizendo que Salve Jorge é melhor que AFDQ?Gente,pelo amor de deus!Salve Jorge é uma novela injustiçada sim,mas isso não apaga o conjunto de erros que a Glória cometeu e que me fazem dar razão a maioria das críticas que as pessoas reclamam dessa novela.Se formos comparar as duas, é bem notável que AFDQ não tem a mesma trama forte que SJ e talvez os mesmo núcleos engraçados,mas pelo menos é uma novela mais enxuta,sem 1 zilhão de núcleos e personagens inúteis e não me dá aquela sensação de que a Glória foi longe demais, coisa que em SJ era constante.

    • Fabiana disse:

      E sem falar na ótima direção artística do Rogério Gomes que pra mim muitas vezes melhora e muito o texto da Glória, talvez ela não fosse tão feliz se pegasse outro diretor

    • osnar disse:

      o pessoal gosta de ser do contra… só porque a novela é um sucesso não visto há muito tempo…
      é só lembrar das ultimas novelas das 21h… flop atrás de flop… novelas fraquíssimas comparadas ao novelasso AFDQ

      • French disse:

        Gente PELO AMOR DE DEUS não tem nada a ver com ser do contra, isso é questão de opinião e até de bom senso, Salve Jorge foi uma novela primorosa com trama que seguia uma única risca, e os trezentos núcleos secundários em nenhum momento interferi-o no plot principal da novela, e sem falar que a vilã era bem melhor né, quem é Irene morna style perto da Livia Marine e suas seringas letais, mas eu também não tiro o mérito de AFDQ que é maravilhosa tem uma direção muito mais caprichada, mas que NA MINHA OPINIÃO ainda sim fica atrás de Salve Jorge (que só foi injustiçada daquela forma por conta da direção que sem dúvida deixou a desejar)

    • Biel disse:

      Me expliquem o que A Força do Querer tem de tão espetacular que eu ainda não achei. A Força do Querer pode ter vários coringas (Jeiza, Ritinha, Bibi), mas a trama do tráfico de pessoas era muito mais interessante que as histórias simples e fracas de A Força do Querer. Claro que A Força do Querer é boa, mas vocês pintam como se fosse a novela da década, ou a melhor coisa que a Glória Perez já escreveu. Salve Jorge sempre tinha alguma coisa importante em todos os capítulos, eram arrastados, mas a trama do tráfico rendia horrores. Todo mundo morria de ansiedade pra ver a quadrilha sendo desmantelada. E A Força do Querer? Não tem nada de muito relevante que faça a história andar pra frente, ou melhor dizendo, a novela não tem um fio condutor, somente algumas histórias para serem resolvidas. Alguém aqui vai me dizer que está ansioso para o Zeca descobrir que é o pai do Ruizinho? Alguém está mesmo ansioso pra ver a Bibi se tornando a rainha do tráfico? Alguém realmente acha que a Bibi vai ser a rainha do tráfico? Fora que vocês gostam de se iludir. 90% daqui pensava que a Bibi seria a vilã da história, mas isso não faria muito sentido, não condiz com a personalidade da personagem. Fora alguns personagens reciclados de Caminho das Índias que não estão muito bem estruturados, como é o caso da Irene, que todo mundo insiste em dizer que é melhor construída que a Yvone. Só que nunca, né.

      Às vezes eu acho A Força do Querer tão desinteressante que eu prefiro ver as maracutaias da Carmen em Chiquititas

      • French disse:

        Nossa você falou tudo oque eu estava com preguiça de dizer para esse povo, eu digo e repito AFDQ não tem nenhum acontecimento que deixe o público afadigado para ver (diferente de Salve Jorge que tinha vários), todo mundo já sabe os acontecimentos dessa novela a partir daqui:

        -Bibi leva chifre do Rubinho, perde a guarda do filho se arrepende e escreve um livro contando tudo oque passou

        -Ritinha é desmascarada e todos descobrem que o filho é do Jeca, ela então resolve voltar com ele como se nada tivesse acontecido

        -Ivana sofre horrores até o último capítulo, para de repente a Joyce dizer que ama a filha dar um abraço, e ficar tudo de boa (Melissa Cadore ?)

        O grande acerto de AFDQ são os personagens carismáticos e bem construidos, não tem como parar de acompanhar a novela porque você fica louco para ver qual vai ser o destino desse personagem (mesmo sendo a coisa mais obvia do mundo)

        • José disse:

          A Força do Querer é pérola aos porcos mesmo, vocês merecem Babilônia
          Não perco nem mais meu tempo nem meu bom latim com duas pessoas como vocês. Gosto minimamente refinado e que não se casa somente com farofa e produção brega é algo que não engloba todas as pessoas que assistem TV, e infelizmente o Coisas de TV é dominado por vocês dois. Tenho gastura.

          • French disse:

            Ui o zé cútizera tem gastura ui

            Então só porque não achamos AFDQ a melhor novela do mundo merecemos uma Babilônia da vida ??, cara se enxerga que a sua opinião não é a que conta, na verdade ela é completamente dispensável, e se não quiser gastar seu latim com pessoas como eu e o Biel pode se retirar, que a sua presença aqui NÃO FARA FALTA.

            E se ter gosto refinado é ficar pagando pau para novelinha cult eu prefiro não ter mesmo, prefiro o bom e velho clima folhetinesco clássico que soberba em Salve Jorge

          • Sempre têm alguma coluna neste site que gera uma “discussão” “debates” Olhá, dá muito bem para viver no mundo “onde” as pessoas gostam de coisas diferentes sem ser ofensivo.Têm pessoas que gostam de AFDQ outros de S.J,é normal, bom e saudável sabe, Não precisam “problematizar” essa questão. Respeitam quem gosta de um, quem gosta de outra e vida que segue. Vamos saber debater sobre um assunto sem ser “apelativo”.

          • French disse:

            Aprende José…

      • Um noveleiro disse:

        “não tem um fio condutor, somente algumas histórias para serem resolvidas” PQP… não adianta nem tentar explicar…

        • French disse:

          Sim, a gente sabe que são varios protagonistas, então é impossível seguir uma única risca, mas é exatamente ai que está o problema,

          • Um noveleiro disse:

            Não vejo isso como um grande problema, aliás pra mim não é um problema. Com tanto que não haja personagens avulsos demais, a história se move bem, apesar da lentidão em alguns casos mais específicos. Falar em personagens avulsos, Beijo Anita, Beijo Cibele…

          • French disse:

            Problema eu digo no sentido da discussão, eu acho que Salve Jorge ganha uns pontos a mais por ter um único fio condutor e conseguir ter um enredo envolvente focando na história de apenas uma personagem, enquanto AFDQ foca em mais de oito pessoas, atirando para todos os lados, e obviamente dando mais destaque para aqueles que mais se sobressaem (Bibi), diferente de Salve Jorge que tinha uma aposta única, se aquilo que nos foi apresentado flopasse, já era, a novela não teria para onde correr.

      • Lucks disse:

        Tá sentindo falta do combo: texto fraco + torta na cara + persogens caipiras + Elizabeth Savalla?Parece que o cotovelo do farofa fã está doendo em ver que uma novela não pastelão está fazendo sucesso…

  8. Um noveleiro disse:

    Fiquei entre rir e chorar. Chorar pela cena cativante e rir cada vez que o Fiuk abria a boca…

  9. José disse:

    De fato, o Fiuk é absurdamente ruim. Não faz o menor sentido ele ter sido escalado para um protagonista de novela das 21h… ele não combina sequer visualmente como um jovem empresário, ele tem aquela eterna cara de cantor teen mulherengo e irresponsável

    Nem o Márcio Garcia em Caminho das Índias era tão ruim… acho que não vejo tamanha canastrice, nesse nível, desde Senhora do Destino com o Dado Dolabella (olhem as cenas dele na reprise, é de dar vergonha)

  10. Reparei na atuação do fiuk e é gritante o contraste dele com os outros atores em cena. Não sei porque escalaram ele na novela mas, talento ele não tem nenhum.Toda vez que ele contracena com autores melhores ele fica “apagado”, fica muito na cara que ele só sabe decorar o texto e mais nada..Ele não coloca emoção em seu personagem , não transmite um “impacto” para o público, Penso que se tivesse deixado uma mesa no lugar dele nesta cena, a mesa atuaria melhor.

  11. Biel disse:

    Gente, vocês estão se iludindo. A Adriana Esteves não será a vilã mor da novela. Provavelmente a personagem dela vai ser alguma trambiqueira ou uma mulher de caráter duvidoso

    • José disse:

      graças a deus, nem era pra ser… pra todo site ficar falando mais da Carminha do que da própria nova personagem? deixem a Deborah Secco brilhar, é a vez dela e talento na moça não falta
      ela nunca foi uma grande vilã de novela das 21h

    • Rafa disse:

      Eu apostaria na Secco sem duvidas ou se ele chamasse a Priscila Fantin, ela precisa de uma grande vilã das nove na carreira.

      Mas bem que a Globo tá numa vibe de Kibe repetindo papeis nos mesmos atores com diferentes embalagens, pode ser que seja mesmo a Esteves. Oremos.

      • Biel disse:

        Desde que eu me conheço por gente eu vejo a Priscila Fantin interpretando só vilãs: Olga, Beatriz, Nara, Solange, Diana e todas parecem a mesma personagem, principalmente a Olga e a Beatriz. E tenho a impressão que a Priscila só leva jeito para o texto teatral do Walcyr. A Deborah Secco tem perfil para vilã do JEC, acho que ela vai se dar bem. Acho que a única vilã da carreira dela foi a Lara de O Beijo do Vampiro, e já faz um zilhão de anos. Antes a Deborah que a Giovanna. Aliás, me desculpem, mas se houvesse baixas no elenco, a primeira que devia cair fora é a Giovanna Antonelli

        • Luís Felipe disse:

          Acho que a última vilã da Deborah foi em Pé na Jaca.

        • José disse:

          Pisou amore
          não sei se a Priscila é ruim mesmo ou se ela ganha sempre o mesmo personagem do Walcyr… ela mostrou um certo amadurecimento em Eta Mundo Bom, a Diana, arrisco dizer, foi a personagem mais interessante que ela desempenhou, fugiu um pouco da Olga… e isso porque ela ainda rejeitou dois papéis que o Walcyr queria dar pra ela que eram a Olga kk (a Laís de Caras & Bocas e a Celeste de Morde & Assopra). Seria interessante ela num grande papel nas mãos de outro bom autor. Mas a Deborah é ótima mesmo… e sim, ela fez a Elizabeth, uma megavilã, em Pé na Jaca.

        • lsureke disse:

          Mas ainda assim, a Priscila interpretando vilãs é melhor do que uma Serena vai pra Sapaulo 2.

  12. Suzana Vieira, Rainha Brasileira disse:

    French, Biel e José: qual o comentarista mais sem noção e que só sabe dizer groselhas neste site? É uma escolha difícil.

  13. osnar disse:

    falem do Cauã que foi reprovado pra novela do JEC

    • french disse:

      Eu vi isso Kkkkkkkkkk bem feito para o JEC, agora ele vai aprender que não se pode ter tudo na vida, e bem que ele podia chamar o Lázaro Ramos para fazer esse papel, um cantor de axé Bahiano parece perfeito para ele -que sempre dançou e cantou muito bem- diferente do Cauã insuportavel Reymond

      • douglas disse:

        Realmente o Lázaro seria uma ótima escolha. Mas pelo que saiu sobre a trama até agora achei bem ruinzinha e forçada. De bombas no currículo dele já basta geração brasil.

        • French disse:

          A sinopse esta bem vazia mesmo, mas algumas noticias que saíram recentemente me animaram muito, como a Adriana Esteves fazendo outra vilã loira do JEC, e a Giovanna Antonelli de novo fazendo parceria com ele de novo após dois sucessos seguidos (Barbara e Atena que juntas roubaram a cena), e a melhor de todas CAUÃ ESTÁ FORA, mas como nem tudo são flores é bem capaz do JEC escalar o Carmo para ser protagonista e se isso acontecer eu me mato huehueheu

          • José disse:

            Notícia boa ele kibar a Carminha e saturar a imagem da Antonelli mais do que já tá saturada depois do mico que foi a Atena? Jesus amado…

          • French disse:

            Então só porque o JEC quer dar outra vilã para a Adriana automaticamente é kibe ?, ela pode ser completamente diferente da Carminha, e vai ser mesmo, as vilã do JEC sempre se diferenciam bastante

            Se a imagem da Antonelli esta saturada culpe todos os autores que deram personagens ruins a ela e não só o JEC, e depois porque você acha que a Atena foi um mico ?, só porque a novela flopou ?, a personagem era cheia de trejeitos, amava, sofria, aprontava e chorava como qualquer outro personagem dubio (não sou fã, mas de vez em quando eu abro uma exceção).

          • José disse:

            Zero necessidade de um autor, responsável pelo papel da carreira de um ator, dar pouquíssimo tempo depois pra ele outro personagem no mesmo perfil. É a mesma coisa da Renata Sorrah ter feito uma vilã em Fina Estampa, ou a Susana Vieira, vilã em Mulheres Apaixonadas. A Flávia Alessandra mesmo fazendo outra vilã numa novela de estilo parecido com Alma Gêmea ONZE anos depois já ficou um kibe, a Adriana tb provavelmente vai ficar… por mais talento que a atriz tenha, em Babilônia por si só já era gritante o erro da falta de descanso da imagem dela como vilã. Ainda bem que Justiça purificou a imagem dela.

            Sobre a Antonelli: por acaso eu tô eximindo os outros autores além do JEC da culpa? Infelizmente ela tá no piloto automático, só que ninguém liga porque ela é uma atriz linda e carismática. Mas é sempre a mulher independente e sarcástica, porém frágil por dentro, com um visual que foi desenhado especificamente pra Globo rachar de vender anel, pulseira, batom, sapato, capa de celular… ela tá assim desde Aquele Beijo, e pra mim a única personagem que ela realmente arrasou nesse meio tempo foi a Donelô, de Salve Jorge. A Atena foi anunciada como uma grande vilã pra virar uma personagem fraca e mal-construída, sombra do igualmente chatíssimo Romero, do Alexandre Nero. Pra piorar, ainda acabou de mocinha de 20 anos, mesmo tendo 40, naquela BOMBA sem precedentes que foi Sol Nascente. Deixem a Giovanna descansar, por favor, ela não precisa de outra protagonista… deem o papel pra Mariana Ximenes, pra Helena Ranaldi, pra Carol Castro, pra Fernanda Machado, pra Sheron Menezzes, enfim, tantas atrizes…

          • French disse:

            Eu não vejo problema em um autor usar a mesma atriz que o ele usou no passado para um mesmo tipo de papel, isso vale tanto para mocinhas quanto para as vilãs, desde que a personagem seja nova, original e repaginada, isso depende apenas do roteiro, é só o JEC se esforçar um pouquinho,e mesmo a Renata Sorrah não fazendo a Tereza Cristina, a personagem saiu a copia cagada e cuspida da Nazaré, ou seja, as atrizes não tem nada a ver com isso, logo a Adriana fazer essa nova vilá não quer dizer necessariamente que ela vai ser uma Carminha², e em Babilônia a intenção era essa mesmo, a Inês foi uma copia da Carminha de propósito, só para sugarem um pouco o sucesso de Avenida Barril.

            Quanto a Antonelli, se ela só faz personagem ruim a anos nada mais justo que ter uma nova chance, com outra personagem repaginada, porque ao contrario doque você pensa, ficar sem trabalhar não apaga a memoria das pessoas, ela vai continuar sendo lembrada por esses papéis ruins até fazer uma nova “Donêlo” (Nanda Costa ficou na sombra da Morena por anos até chegar a sua Sandra Helena)

    • Rafa disse:

      EU NAO LI ISSO MEU DEUS!!!!

    • Olha que noticia boa, até que enfim JEC vai fazer uma novela sem Cauâ.

  14. douglas disse:

    Apesar dessa trama da Ivana ser puro caça-níquel, a cena foi maravilhosa. Carol Duarte é a ÚNICA que escapa da total canastrice do elenco jovem de AFDQ.

  15. French disse:

    Gente que cena foi essa MEU DEUS

    O Fiuk está completamente perdido nessa novela, não só pela atuação, mas pelo personagem em si, qual é a função dele na novela mesmo ??, oque seria desse personagem sem a Ritinha, que é outro personagem bastante ZzZzZz o único conflito desses dois á meses é a questão da paternidade do filho deles, que é até interessante, mas que já se arrasta por meses a fio.

    • douglas disse:

      Tanto o personagem como toda essa trama ta chata e desinteressante desde o começo. E olha que foi vendida como a história principal. O que salva AFDQ são as da tramas da Silvana e ivana. Até Bibi já tá zzzzzzz.

      • French disse:

        Eu sei que eu vou ser massacrado com oque eu vou dizer mas… Eu acho essa novela bastante superestimada, os personagens cativam, mas muitos deles estão avulsos a tempos, a trama da Ivana é um tremendo acerto e a narrativa lenta da Gloria Perez foi perfeita nesse caso, mas não podemos dizer o mesmo sobre os outros personagens, a Bibi é a minha maior decepção, ela foi vendida como A BARONESA, mas só sabe brigar por macho e odiar a Jeiza gratuitamente (ela ter deposto contra o Rubinho não é desculpa para esse odio todo não, se ela não fizesse outra pessoa faria), outra decepção é a Irene, que passou a novela inteirinha tentando seduzir o Eugenio e agora vai morrer na praia partindo para outra, assim do nada (agora ela vai tentar seduzir o Eurico, depois de tanto esforço), bom mas que é uma novela ótima ninguém pode negar, só acho que não é essa coca-cola toda não.

        • Rafa disse:

          Eu também concordo com a decepção com a Bibi, mas eu acredito que Glorinha teve que “amenizar” tom da Bibi pra não ousar diante do público, e olha que só ela por ter enveredado pro mundo do crime o povo chiou dizendo que a novela estava dando mau exemplo, inversão de valores mimimi imaginam se pegassem pesado com ela mostrando ela traficando as drogas, até o Rubinho teve que ser amenizado gente

          Eu acho que se ela tivesse colocado a Bibi como protagonista de uma minissérie ou novela das onze iria funcionar melhor no caso.

          • French disse:

            O público brasileiro é hipócrita, sempre foi assim, se a Gloria tivesse mostrado a Bibi como ela realmente é o povo iria “chiar” mas a audiência subiria ainda mais, só acho meio desnecessário os autores amenizar tal personagem por medo do publico -logo o publico brasileiro, que adora um arranca rabo-

        • douglas disse:

          E é extremamente superestimada mesmo. Mas a empolgação do povo é tanta que já gente dizendo que é a melhor novela da Glória. Sendo que não é nem top 5.

          Essa trama da Irene é tão xerox da Yvone que dá vergonha. E ainda tentam vende-la como uma grande vilã e tal surra como uma das surras épicas da tv (risos).

          • French disse:

            Risos eternos, até as guerras de bolo das novelas do Walcry são mais emocionantes (principalmente as de Chocolate com Pimenta), aquilo nem foi surra foi mais uma discussão preguiçosa da Joyce e da Irene (se não fosse a Ritinha meter o bico onde não foi chamada, aquilo ali acabaria em pizza, ja que as mais interessadas são duas portas)

            O ranking da Gloria eu deixo assim
            1- O Clone
            2-Carmen
            3-América
            4-Salve Jorge
            5-Caminho das Indias
            E agora sim
            6-a Força do Querer
            E realmente ela não fica nem no top 5 das novelas da Gloria

          • José disse:

            “não é nem top 5” ah claro, o currículo da Glória é excelente mesmo

            vamos aí falar quais novelas são superiores… América? Caminho das Índias? Explode Coração? Salve Jorge? Pecado Capital?
            Deus é mais… já entendemos que vocês são o clubinho do “do contra”, que não acham AFDQ ótima só porque todo mundo acha (mas provavelmente achariam caso ela não fizesse tanto sucesso), mas não precisam forçar a barra

          • French disse:

            Ter uma opinião diferente da sua não é forçar a barra -APRENDE ISSO-

          • Douglas disse:

            AFDQ só é superior a Salve Jorge e obviamente ao remake de pecado capital. Mas esse eu me recuso a lembrar que existe.

          • Sara Sonaya disse:

            Já eu acho que Salve Jorge é superior a A Força do Querer e até melhor que Caminho das Índias que era insuportável, não sei como deu audiência, sobre Pecado Mortal não sou capaz de opinar porque não assisti, mas Salve Jorge deve pisar também

            Ps: Eu não sou hater de AFDQ só acho que ela esta longe de ser a melhor novela da Gloria

          • José disse:

            Sou defensor de Salve Jorge, gosto bastante da novela e pra mim em enredo foi bem mais original que América e que com certeza Caminho das Índias – a mais fraca dela de O Clone pra cá. Mas é muito exagero subjugar uma novela incrível como A Força do Querer abaixo de outras que repetiam erros ausentes nesta. Salve Jorge tinha um puta enredo, é verdade, uma das novelas mais originais e criativas da Glória – enquanto América era um PORRE com aquela história de rodeio misturado com aquela protagonista insuportável com aquela obsessão doente de ir morar nos EUA – e Caminho das Índias então na terceira novela dela falando de mocinha de outra cultura que é obrigada a casar com um homem que não ama zzzzzzzzzzzzz fez sucesso pelo estilo Glória que até então não tava saturado de dancinhas, bordões, roupas etc + diálogo da Glória com o público jovem (jovem que eu digo é entre 25 e 40 anos) que ela manja muito bem. Mas pera lá, Salve Jorge tinha vezes que prestava era um desserviço a um assunto tão sério como o tráfico humano e ainda deitou e rolou naquele monte de trama paralela horrível com personagens desnecessários que desapareciam, além daquele mocinho banana, daquela vilã robótica, daquela enrolação sem tamanho que foi a novela até a Jéssica ser assassinada com os planos infalíveis do Cebolinha que a Morena traçava pra fugir da boate…

            sobre a Bibi: vocês se decepcionaram porque quiseram. A Glória Perez e a própria Fabiana Escobar JAMAIS falaram que a Bibi ia se tornar a traficante do morro, a bandidona, que pega em arma e sai metralhando a polícia, quem desenhou essa ideia absurda foi sitezinho furreca de fofoca. Quem leu o livro Perigosa ou no mínimo entrevistas com a Fabiana sabe que a novela está retratando quase que fielmente a vida dela: uma mulher simples que se apaixonou por um bandido e ficou deslumbrada com a vida no morro, com o poder e o luxo, que dançava até o chão nos bailes funks, que pegava em fuzil pra tirar foto, que era intimidadora com os “subordinados” do marido, que espancava as amantes do marido, que tinha crise violenta de ciúmes… a Bibi é a baronesa do pó única e exclusivamente por ser casada com o barão do pó, e não porque em algum momento ela decide virar a grande traficante do morro. Isso sequer bate com o caráter da personagem, que não é uma bandida como o Rubinho, é apenas passional demais, deslumbrada demais, mas é uma pessoa generosa e de bom coração que, como a Fabiana Escobar, vai cair na real quando perceber que tá sendo traída e que tá destruindo a própria vida, magoando o próprio filho, em nome de algo que não vale a pena. Parece que vocês esperam maniqueísmo barato de absolutamente TUDO, que a Bibi e a Jeiza fossem novas edições de Maria Clara x Laura; Maria do Carmo x Nazaré; Nina x Carminha.

          • French disse:

            Eu esperava que pelo menos a Bibi vendesse drogas e armas para os traficantes, que os traficantes do morro tivessem medo dela por ela ser mulher do BARÃO DO PÓ (outro bosta), esperava mais de alguém que é conhecida como BARONESA DO PÓ, e depois que na época de divulgação nem a Gloria e nem a Fabiana venderam a Bibi como chefona do trafico, mas TODOS OS SITES DE NOVELA SIM, então é normal muitos de nós se iludir com uma personagem que prometia muito, mas que ficou aquém do esperado.

          • douglas disse:

            Pra mim chega a ser absurdo dizer que AFDQ é melhor do que América, mas enfim, opiniões são opiniões né.

            Caminho da índias foi totalmente carregada pela Norminha e o fato de muita gente achar que teria semelhanças com O Clone (os indianos tratam essa novela como piada de tão mal reproduzida que foi a cultura indiana). E apesar da repercussão, em números ela não foi tão bem assim. Só começou a crescer do meio pro final e terminou com a pior média geral desde Esperança.

            Se parar pra pensar, os defeitos são os mesmos de afdq. Um triangulo/quarteto amoroso central chatíssimo com a mesma ladainha de “o filho não é de fulano”. E como já falei, esse xerox descarado que é essa trama da Irene. Só isso já faz de CDI uma novela melhor.

            E eu nem acho essa trama da Bibi decepcionante. Só acho que já ta chata mesmo. Ta andando em círculos a um bom tempo.

          • José disse:

            Absurdo é América ser considerada uma boa novela kk colcha de retalhos de extremo mau gosto com elenco numeroso, problemas de bastidores, trama central péssima, casal protagonista sem química e sustentada por um ou dois casais de tramas paralelas

            Em relação a Caminho: foi um sucessinho, 39 pontos, apenas um abaixo da média da época que era 40, levantou bem dps do início rejeitado pelo público de A Favorita. O maior fracasso dps de Esperança ainda era Suave Veneno, de 37 pontos. E a Globo tava numa fase de adaptação aos novos números, pra eles era ótimo os 39 de CDI, os 26 de Paraíso e os 31 de Caras & Bocas (sendo que 3 anos antes, Páginas da Vida tava nos 46, Cobras & Lagartos nos 38 e O Profeta nos 32).

            E não sei pra que a insistência na traminha da Irene ser parecida com a Yvone (só no começo, porque agora tomou um rumo MIL vezes superior) como um defeito cancerígeno que comprometa toda a novela (e lembrando que a da Yvone foi uma cópia da trama da Alicinha, de O Clone).

          • French disse:

            E mesmo sendo uma cocha de retalho ainda sim é bem mais folhetim que AFDQ, tinha uma trama bem amarrada e personagens cativantes, os problemas na direção só mostra que a novela é uma vencedora, porque quando uma novela sofre esse tipo de problema é bem difícil se recuperar depois (alô A Padroeira) , fora que ser dona do segundo lugar em questão de audiência da DÉCADA (perdendo apenas para Senhora do Lacre) não é pra qualquer uma não em.

            Sim a trama da Irene foi para outros rumos, mas não deixa de ser um kibe descarado da Gloria (que ela assume ser kibe, sem um pingo de vergonha na cara), e dessa da Alissinha eu não sabia, entao a Irene é um kibe de um outro kibe da Gloria (que vergonha)

          • José disse:

            É claro que você não sabia, você é uma criança que engatinhava na época de O Clone que acha que entende alguma coisa de novela kk

          • French disse:

            -É mesmo não assisti o Clone na exibição original, mas é para isso que existe reprise né seu Zezinho CUTzera

            -Chamar outra pessoa de criança apenas porque seus argumentos acabaram só entregam a sua idade mental seu bosta

          • douglas disse:

            A alicinha não era uma psicopata como a Yvone e a Irene

          • Biel disse:

            A maioria das vilãs da Glória estão presentes na história simplesmente como um mero objeto decorativo. Tirando a Lívia e Wanda de Salve Jorge, as outras vilãs da autora não fazem diferença e a maioria das novelas dela, nem vilã tem. Barriga de Aluguel teve quase 250 capítulos e não tinha nenhum personagem do mal. Explode Coração também não tinha vilões. Já O Clone, a vilã da história era a cultura do Marrocos. América tinha vilões não muito bons, interpretados pela Betty Faria, Camila Morgado e Thiago Lacerda. Caminho das Índias tinha a Yvone, mas e se não tivesse? A novela teria seguido seu curso normal, porque a Yvone não fazia muito parte da trama central. Agora em A Força do Querer temos a Irene, outra vilã meio irrelevante da autora. A Yvone e a Irene são boas vilãs, mas a verdade é que a existência delas não faz muita diferença para o andamento da história. Talvez isso seja um mérito da autora, porque passa a impressão de que ela consegue escrever uma história sem vilões e limita os personagens malvados à outros núcleos. A Glória é melhor nesse ponto que o Maneco e a Lícia Manzo, porque ainda que eles escrevam novelas mais próximas da realidade, sempre tem vilões na história central que eles contam.
            Exemplos: Felicidade – Débora
            História de Amor – Paula
            Por Amor – Laura
            Páginas da Vida – Marta
            A Vida da Gente – Eva
            Sete Vidas – Marta

            Aliás, Sete Vidas teve uma ótima vilã interpretada pela Gisele Fróes, mas acabou passada despercebida porque a autora preferia fingir que a novela não tinha gente má, sendo que Marta era mentirosa, ardilosa, manipuladora, dissimulada e muito ambiciosa.

            Escrever novela sem vilões não é fácil e isso é bom, pois os vilões são os melhores personagens. A Força do Querer poderia ser uma novela sem vilões simplesmente porque a Irene não tem nenhuma relação com os protagonistas, mas a Glória resolveu colocar a personagem na história para ninguém dizer que a novela não tem vilões. Nesse caso, AFDQ se dá melhor que CDI, pois a Irene faz parte da trama central, enquanto a Yvone fazia parte de um núcleo bem avulso

        • Um noveleiro disse:

          Também não acho maravilhoooooooooooooooooooooooooooooooooooosa. Claro que a novela é boa, e como toda novela tem furos, alguns deles dão deliciosos diga-se de passagem, fora o humor involuntário. Mas o encantamento todo com AFDQ acontece porque não tínhamos o tão sonhado “novelão classico” fazia bastante tempo. Agora pelo menos é possível acompanhar uma novela das nove sem sentir tédio, e isso por si só já é maravilhoso. Amém Glorinha…

          • French disse:

            Exatamente, o povo estava tão carente de novela boa nesse horário que agora estão endeusando AFDQ como se ela fosse a oitava maravilha do mundo, e isso me da um medo real, já pensou se a novela do Walcry flopa ?, AFDQ vai virar a nova Avenida Brasil, e entrar no rau das mais superestimadas (bjs Senhora do Destino, América, que para mim nem merecia uma reprise como muitos dizem, e finalmente a rainha de todas as superestimadas Avenida Brasil).

          • José disse:

            A Força do Querer é com certeza a melhor novela das 21h da década, na verdade, a única realmente boa

            Avenida Brasil, Amor à Vida, Salve Jorge, Império e Insensato Coração foram razoáveis, assistíveis… o resto, um lixo tóxico. A Força do Querer é o único novelão viciante mesmo que eu vejo em anos, em qualidades técnicas, em enredo, em elenco, em trilha, em texto… parece que virou moda é chamar qualquer grande sucesso de “superestimado”, vocês realmente banalizaram o termo kk

            Enfim, o Walcyr nunca flopa, fiquem tranquilos. O máximo que pode acontecer é a novela dele virar inimiga dos críticos e ser avacalhada todo dia pela Kogut e pelo Fábio, como Pega Pega, mas a audiência ele mantém ou até eleva.

          • French disse:

            Você acha mesmo que a Força do Querer é melhor que Avenida Brasil e Salve Jorge ? Nossa se mata, até parece que você nunca viu novela boa passando assim ao vivo kk quanto ao resto das novelas que você sitou eu concordo, ela é mesmo melhor que Imperio, Insensato Coração e Amor a Vida.

            Nunca flopa ? A Padroeira emocionada

    • José disse:

      Tem a profecia do índio que vai ser resolvida no final… ninguém notou que a Ritinha SABE que o Ruy e o Zeca são os meninos que se afogaram juntos na infância mas por algum motivo fica calada?

  16. Biel disse:

    Eu nunca entendi a escalação do Fiuk como protagonista de A Força do Querer. Personagens grandiosos que o Fiuk interpretou anteriormente: Fiuk em Malhação ID, Fiuk em Aquele Beijo, Alex em Geração Brasil (personagem tão incrível que cantou pra subir logo logo). Tem tanta coisa melhor que o Fiuk, sem contar o fato de que é um desprazer enorme ter que olhar para a cara feia dele 6 dias por semana

    • douglas disse:

      Quase 10 anos de “carreira” e o cara não melhora. E agora ele n tem mais a desculpa de só ter feito fracasso que ninguém lembra.

    • Um noveleiro disse:

      Gente socorro, juro que eu nem lembrava mais do Alex em Geração Brasil HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
      Foi deletado com sucesso…

  17. Josi Novais disse:

    “Infelizmente, o único espírito que surgiu para auxiliar o coitado foi o do Cigano Igor.”
    GRITEI HAHAHAHAHA
    Na verdade, o show da Carol não me deixou reparar que o Fiuk estava na cena.

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