3 coisas que o “Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi” deve resolver

Há 3 coisas que a ‘Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi (Guerra das Estrelas 8)‘ deve resolver. Star Wars Episode VIII é uma sequência directa a The Awakening of the Force (O Despertar da Força). E a fita do J.J. Abrams, opiniões à parte, deixa muitas perguntas sem resposta. De todas elas, selecionamos três prioridades – da mais importante à menos importante – que a Guerra das Estrelas: O último Jedi teria que responder sim ou sim. Pelo menos para compreender e interpretar ainda mais firmemente os acontecimentos vividos no Episódio VII. Deixamos a lista completa abaixo.

3- O papel da Nova República em tudo isto.

A Nova República não é apenas o HosnianPrime. Aquele sistema galáctico que a Primeira Ordem destruiu em “O Despertar da Força” com a Base de Starkiller não compõe todo o organigrama do cosmos. longe disso. Há muita coisa que ainda não vimos que devíamos. Por outro lado, a Nova República não parece considerar a Primeira Ordem uma ameaça real. Com base no que sabemos do filme, poderíamos dizer que a Resistência é o exército deles. Mas isto não é assim.

O romance “Guerra nas Estrelas: Antes do Despertar” explica que a Primeira Ordem vem se reunindo, crescendo e se desenvolvendo nas Regiões Desconhecidas e na Orla Exterior desde a Batalha de Endor e a queda do Império Galáctico. Estas fortalezas foram valorizadas pelas velhas glórias da Aliança Rebelde. Veteranos da última guerra que sabem o que a Primeira Ordem esconde atrás: as cinzas do Império. Mas a Nova República virou as costas aos tipos que libertaram a galáxia. E eles fazem uma piada sobre a existência dessa ameaça.

É por isso que foi criada uma força paramilitar fora da Nova República: a Resistência. Em momento algum vemos o verdadeiro exército deste sistema político. É por isso que em “Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi” esperamos que haja um pouco de “política” e que possamos ver o verdadeiro potencial da Nova República. Talvez o Vice Almirante Holdo (Laura Dern) desempenhe esse papel, ao contrário da General Leia Organa (Carrie Fisher).

2- Como é que o King é capaz de derrotar o Kylo Ren?

A sério, como é que isso é possível? Com base no que sabemos do filme:

  1. Kylo Ren (Adam Driver), Mestre dos Cavaleiros Ren, derrubou Luke Skywalker e matou toda aquela nova geração de Jedi.
  2. King (Daisy Ridley) é um simples ferro-velho perdido em Jakku, à espera de algo que não sabemos. Ele não teve nenhum contato com a Força antes e não tem nenhum treinamento em luta com sabres leves. É mais justificado que Finn (John Boyega) saiba usar um sabre de luz, pois ele viveu toda a sua vida treinando com a Primeira Ordem.
  3. Apesar disso, e mesmo admitindo que o Rei usa o Lado Negro em sua luta com Kylo Ren, como ele pode derrotar o Mestre dos Cavaleiros de Ren?

Isto é algo que deve ser respondido em “Guerra das Estrelas: Os Últimos Jedi“.

1- O exílio voluntário do Luke Skywalker.

Isto é algo que já exploramos e analisamos recentemente. É preciso algo muito mais sério do que a queda de uma Ordem Jedi para que Luke Skywalker (Mark Hamill) vire as costas para toda a galáxia. Sim, ele falhou como professor e mentor; e sim, seu próprio sobrinho aniquilou seus sonhos, esperanças e expectativas, até mesmo confrontando-o e seguindo os passos de seu pai, DarthVader. Mas será Luke Skywalker um covarde a ponto de se esconder nos cantos mais distantes da galáxia, virando as costas à Nova República e a todos os seus amigos, a Resistência?

Não. Tem de haver mais alguma coisa. Há algo em Ahch-To (sabemos que é o Primeiro Templo Jedi) que lhe permitirá travar a sua guerra contra o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis). Isto é algo que precisamos que explique e justifique, sim ou sim, em ‘Guerra das Estrelas: O Último Jedi‘. Esperemos que sim, porque se não vamos ficar muito desapontados

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