3 filmes com frases para a posteridade

Cult CinemaBy David Lorao2016-11-28Share

A história do cinema deixou-nos com obras de qualidade artística insuperável. Filmes que passaram para a posteridade não só pelo que mostram, mas também pela forma como são feitos. O mesmo vale para os grandes livros ou para os grandes quadros ou para as grandes canções da humanidade. Arte não é apenas arte pelo simples fato de ser arte, mas pela forma como é expressa. Continente e conteúdo, formando um todo. Não se pode compreender um sem o outro se se quiser criar uma obra-prima.

É por isso que há linhas para a história. Frases de filmes que são insuperáveis. Único. Perfeito. Tanto pelo que dizem, como como o dizem e quando o dizem. No link que deixamos, você pode encontrar alguns dos mais famosos. Este é o site Intentarlo.com, um portal que serve momentos icônicos e lendários da sétima arte em uma bandeja de prata. Hoje trazemos-lhe três filmes para representar os nossos argumentos.

3- ‘The Lion King’ (Rob Minkoff e Roger Allers, 1994)

Considerado o melhor filme de animação da Disney Pictures, The Lion King tem um catálogo de frases para a história. As lições de Mufasa, com a voz de ConstantinoRomero, são imortalizadas nas almas de mais de uma, duas e três gerações. Mesmo na pele de algumas pessoas. Uma moral sobre o carpe diem, sobre a fidelidade a si mesmo e a necessidade de se encontrar em um mundo que nos obriga a nos perdermos. Libertação individual contra a atomização coletiva.

  • Olha para as estrelas. Os grandes reis do passado nos olham das estrelas. Por isso, quando te sentires só, lembra-te que aqueles reis estarão sempre lá para te guiar… E eu também estarei.
  • Ser corajoso não significa que devas ir à procura de problemas.
  • Lembre-se de quem você é.
  • Sempre que o mundo vira as costas para você, o que você deve fazer é virar suas costas para o mundo.
  • Estamos todos ligados no grande ciclo da vida.
  • Tudo o que você vê coexiste em um equilíbrio delicado.
  • Eu já me instalei. E eu tenho um caroço para o provar.

2- ‘The Fight Club’ (David Fincher, 1999)

Controverso, mas um trabalho perfeito na secção com que estamos a lidar. Tanto o livro de Chuck Palahniuk como o filme de David Fincher nos deixam com gemas sintácticas de alto calibre. Uma torrente de expressão através de palavras para representar o anarquismo e o ódio à sociedade consumista e ao espectáculo ocidental. Aqui estão alguns exemplos:

  • Todos sabemos que você tende a machucar a pessoa que mais ama, mas também pode ser o contrário.
  • Esta é a tua vida e está a acabar a cada minuto.
  • A publicidade faz-nos querer carros e roupas. Temos empregos que odiamos para comprar merdas de que não precisamos. Somos os filhos amaldiçoados da história, desenraizados e sem rumo. Nós não tivemos uma grande guerra, ou uma depressão. A nossa guerra é a guerra espiritual; a nossa grande depressão é a nossa vida. Crescemos com a televisão que nos fez acreditar que um dia seríamos milionários, deuses do cinema ou estrelas de rock. Mas nós não vamos. E pouco a pouco vamos percebendo isso, o que nos deixa muito zangados.

1- ‘O apartamento’ (Billy Wilder, 1960)

Para alguns, o melhor roteiro da história do cinema. É assim que muitos críticos defendem o BillyWilder‘s Apartment, estrelado por JackLemmon. Vendido como uma comédia, embora a triste realidade seja muito diferente. Como a própria vida. Porque mesmo que consigamos colocar o nosso melhor sorriso para chegar à frente, os olhos que se olham no espelho revelam a verdade.

A miséria, a tragédia e, sim, a comédia dos nossos dias.

  • Quantos dias são necessários para se livrar da pessoa que se ama? Terias de inventar um cateter para lavar o teu coração.
  • Sabe, eu vivo como Robinson Crusoe: náufrago entre 8 milhões de pessoas. Então um dia vi uma pegada na areia, e lá estavas tu. É uma coisa maravilhosa. Jantar para dois.
  • Se te apaixonares por um homem casado, não ponhas rímel.
  • O espelho está partido. Eu sei, eu gosto dessa maneira. É assim que eu me vejo como me sinto.
  • Ou encontras um carro maior, ou uma rapariga mais pequena.
  • Eu tenho a rara qualidade de me apaixonar pela pessoa errada na hora errada.

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