7 razões pelas quais Darth Vader é o melhor vilão da história

Luzes apagadas. Escuridão. Não consegues ver nada no ecrã, mas consegues ouvi-lo. É um sopro, uma espécie de ladainha de ar, marcada pelo fogo há várias gerações. O silêncio só é quebrado pelo ritmo de uma vida que há muito escapou. Até que, de repente, um sabre de luz vermelho se ilumina impiedosamente. Com a necessidade de provar o porquê do seu regresso. Ou melhor, porque é que ele nunca saiu.

DarthVader, no RogueOne, mostrou porque ele é o que ele é para o StarWars. E para todas as gerações que amam a saga galáctica. Apenas cinco minutos em Rogue One: A Star Wars Story foi suficiente para Darth Vader demonstrar mais uma vez porque ele é o maior vilão da história do cinema. Uma respiração, a “Marcha Imperial”, um sabre de luz vermelho e a raiva que consome o personagem dentro. Tudo o que amamos em Darth Vader e Star Wars, em algumas sequências em RogueOne. É por isso que hoje, da CINEMASCOMICS.COM, damos-lhe as 7 chaves porque Darth Vader é e será sempre o melhor vilão da História.

1- A cena mise-en-scene: amigo do fumo

Darth Vader nunca deixa nada ao acaso. A sua encenação, em todos os filmes do Star Wars, é digna de admiração. As suas aparências são uma espécie do que o cinema é, ou deveria ser, pelo menos. Sempre rodeado de fumo, dando-lhe um carácter autoritário e ameaçador. Mas também um enfoque na exclusividade. De sentir que estás com alguém que não só é importante. É a coisa mais importante.

2- A “Marcha Imperial”.

Na sequência da encenação, o OST de John Williams ganha 50%. Aqueles acordes inconfundíveis, associados a um único personagem da Guerra das Estrelas. Esse tipo de magnetismo que agarra o telespectador. Confundindo-o, fazendo-o amar a figura de um vilão. Um “homem” que pode fazer qualquer coisa para se impor aos outros. Mas nós ainda o amamos. Porque ele é o Darth Vader. E porque tudo à sua volta funciona perfeitamente.

3- O fato Darth Vader

É um todo. Encenação, “Marcha Imperial” e esse traje característico. Uma máscara inconfundível e um fato cintilante. A Guerra das Estrelas atingiu o jackpot com Darth Vader pela simples razão de que lhe foi dada uma dimensão capital com um fato que é desculpado pelo seu passado. Uma décima rodada para a apresentação do personagem.

4- Um contexto terrível

Quando dizemos “passado”, queremos dizer o passado. Se as prequelas eram boas, era para contar a história do primeiro Skywalker. Annakin Skywalker era um rapaz que vivia em Tatooine, que cresceu sem pai, que… O que é que eu digo? Tu conheces esta história. “Eu voltarei para te libertar, mãe. Eu prometo.” Ele nunca foi capaz de libertar a sua mãe do jugo da escravatura. E também não estava livre daquela sombra que o assombrava onde quer que fosse, como uma padawan e um professor. No final, a sua trágica história acabou no incêndio de Mustafar. A partir daí, até ao infinito.

5- O seu amor pela Força

Amor ou respeito, dependendo de como você olha para ele. Apesar de tudo o que ele experimentou, Darth Vader nunca esqueceu o seu passado como Jedi. E ele continuou a adorar a Força por todo o Império Galáctico. Mas quase como um Jedi faria. Como exemplo, “Nunca subestime o poder da Força” ou “A sua falta de fé é perturbadora”. Não se pode deixar o passado para trás, pois não? Nem Darth Vader pode.

6- Violência nas formas

Tudo sobre Darth Vader é ameaçador. Absolutamente tudo. Do seu sabre de luz vermelho à sua magnífica forma de afogar o bastão. O personagem quintessencial da Guerra das Estrelas nunca se esquivou de demonstrar toda a sua violência e brutalidade. Nos quadrinhos do Universo Expandido já vimos isso em maior escala. Mas, sem dúvida, a última cena dele no Rogue One é o culminar de tudo o que eu menciono. Um autêntico festival de corte e assassinato. Luxo para o espectador. Para o fã duro da personagem e da Guerra das Estrelas.

7- Constantino Romero

Atirando para o nosso país, Constantino Romero foi uma chave para a personagem. A um nível aleatório, para quem cresceu com esta saga galáctica, sabe o que quero dizer. A voz do falecido Romero deu ao personagem uma dimensão absoluta. Tal como com Mufasa, Terminator ou Clint Eastwood. Uma voz impossível de não reconhecer e que, para a posteridade, será associada à figura de Constantino Romero.

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