Argo (2012) por Ben Affleck

ArgoArgo

(2012) * EUA

Duração: 120 min.

Música: Alexandre Desplat

Fotografia: Rodrigo Prieto

Roteiro: Chris Terrio (N.: Antonio J. Mendez e Art.: Joshuah Bearman)

Endereço: Ben Affleck

Intérpretes: Ben Affleck (Tony Mendez), Bryan Cranston (Jack O’Donnell), Alan Arkin (Lester Siegel), John Goodman (John Chambers), Victor Garber (Ken Taylor), Tate Donovan (Bob Anders), Clea DuVall (Cora Lijek) Scoot McNairy (Joe Stafford), Rory Cochrane (Lee Schatz), Christopher Denham (Mark Lijek), Kerry Bishé (Kathy Stafford), Kyle Chandler (Hamilton Jordan), Chris Messina (Malinov), Taylor Schilling (Christine Mendez)

Diante da iminente agressão dos estudantes iranianos em 4 de novembro de 1979 na embaixada dos EUA para exigir a rendição do Xá, e aproveitando a confusão, seis trabalhadores conseguiram fugir e se refugiar na casa do embaixador canadense enquanto o resto do pessoal trabalhava para destruir todos os documentos confidenciais.

A fuga deles não vaza para a imprensa enquanto procuram uma forma de os tirar do país porque sabem que os iranianos acabarão por verificar a sua existência já que têm centenas de pessoas a reconstruir a documentação destruída, por isso pedem conselho a Tony Mendez, um especialista da CIA em operações especiais que aconselha contra os planos propostos para os fazer parecer professores, peritos agrícolas ou para os levar para a Turquia de bicicleta em estradas secundárias.

E um dia, quando vê “Batalha do Planeta dos Macacos” na TV, ele pensa em fingir fazer locações para um filme de ficção científica semelhante a “Guerra das Estrelas”, passando os fugitivos como técnicos canadenses.

Ajudado por John Chambers, maquiador de Hollywood que colaborou com ele na criação dos figurinos, ele o coloca em contato com o produtor Siegel Lester, com quem procuram um roteiro, até encontrarem o roteiro da Argo, que coincide com o que procuravam. Portanto, depois de comprar os direitos, chamam a imprensa para lançar o filme lendo o roteiro para os atores, obtendo assim a aprovação da Casa Branca para a realização do projeto.

Depois disso, Mendez viaja ao Irã e expõe seu plano aos refugiados, dando-lhes documentos falsos e explicando seus papéis como roteiristas, diretores, etc., a maioria deles aceitando o plano apesar de parecer uma loucura, com apenas um deles relutante em segui-lo, embora sua esposa acabe por convencê-lo.

Eles visitam o grande bazar para fingir que estão à procura de locais, encontrando-se subitamente rodeados por uma multidão ameaçadora, por isso devem sair do local com pressa para evitar problemas.

Entretanto, as investigações dos serviços secretos iranianos estão a progredir. Eles sabem que 6 pessoas estão desaparecidas e têm fotografias incompletas, e a presença dos 7 ocidentais não passa despercebida, por isso interrogam a governanta do embaixador, que mente que eles chegaram apenas dois dias antes.

E quando tudo está pronto e os refugiados comemoram bebendo, Mendez recebe uma chamada cancelando a operação, apesar da qual decide ir em frente, comunicando-a assim a O’Donel, seu contato na América, que, diante do perigo de não poderem sair, deve puxar inúmeros cordelinhos para conseguir a aprovação do presidente, que chega bem a tempo de confirmar suas reservas.

Eles superam todos os obstáculos, até que antes do embarque são levados para outra sala onde são interrogados pelos militares sobre o objeto de sua viagem, tendo que dar todo tipo de explicações, mostrando-lhes o stroryboard e as informações sobre o filme em uma revista cinematográfica, apesar de que continuam detidos quando ouvem as portas se fecharem no vôo para a Suíça, os militares fazendo uma última chamada para a produtora, que responde a Chambers no último segundo confirmando o álibi.

Conseguem apanhar o voo, ignorando que justamente nesse momento chega uma chamada a pedir para ser detido porque, depois de reconstruir a fotografia de um deles, identificam-no com um dos “canadianos” que estavam no grande bazar.

Tentam então parar o avião que já está na pista, perseguindo-o por vários carros da polícia na pista, embora não possam impedi-lo de decolar.

Todo o crédito pela operação será dado ao Canadá para evitar retaliações, com Mendez recebendo uma decoração que não pode ser tornada pública até a sua desclassificação em 1997.

Classificação: 3

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