As melhores performances de George Clooney

Ontem, 21 de fevereiro, ‘Monuments Men’ (2014), quinto longa-metragem de George Clooney como diretor, chegou aos cinemas espanhóis. Não foi fácil para este homem alcançar o lugar que ocupa agora em Hollywood, mas além de sua inegável atração – ainda me lembro de sua aparição no engraçado ‘Retorno dos Tomates Assassinos!John De Bello, 1988), onde organizou um concurso falso porque nunca ninguém iria querer sair com ele, ele também mostrou um talento dramático e interesses artísticos para além de qualquer dúvida.

Você sabe que eu não gostei muito com “Homens Monumentos”, então é uma oportunidade ideal para fazer uma seleção do que eu considero ser suas melhores performances até hoje e assim tirar um pouco do gosto decepcionante na minha boca que a aventura de guerra deles me deixou. Antes de entrar no assunto, gostaria de esclarecer que vou falar sobre as melhores atuações de George Clooney e não sobre o que eu considero serem os filmes mais marcantes em que ele participou. Sem mais demoras, convido-vos a descobri-los e a darem-me a vossa opinião sobre eles.

Seth Gecko

George Clooney em

O primeiro grande papel de Clooney no grande ecrã foi o de Seth Gecko em ‘Open Until Dawn’ (‘From Dusk Till Dawn’, Rober Rodriguez, 1996), um divertido filme de vampiros no qual ele teve a oportunidade de nos mostrar o seu lado mais macho, confiando acima de tudo no seu carisma. Ele o faz, porém, sem afetar a mistura de natureza picaresca e simpática que tanto explodiu durante a segunda metade dos anos noventa. Além disso, a presença de Quentin Tarantino dando vida ao seu irmão enfatiza ainda mais o valor da sua interpretação.

Everett McGill

George Clooney em

Há três filmes dos irmãos Coen protagonizados por Clooney e tenho quase a certeza que foi em “O Irmão! (“Ó Irmão, Onde estás?”, 2000) onde começou a mostrar-nos que podia ser mais do que apenas um actor que lidou muito bem com o seu carisma natural, algo que não rejeita aqui, mas é acompanhado pelo Clooney a bordá-lo, mostrando-nos o seu lado mais cómico – é uma pena que o seu treino para se cantar tenha acabado em nada -, o que aguenta muito bem um filme que realmente não está entre as melhores obras dos Coens.

Danny Ocean

George Clooney em

Sei que estou começando a falar sobre o carisma de Clooney, mas foi em ‘Ocean’s Eleven‘ (2001) onde ele cabia como uma luva com seu personagem e sabia lidar tão bem com isso que o que poderia ter sido um mero passatempo de luxo se tornou um entretenimento impecável e elegante no qual sua liderança foi essencial para Steven Soderbergh, o diretor com quem Clooney colaborou em mais ocasiões, para moldar este grande filme que resiste a ser revisto muitas vezes.

Bob Barnes

George Clooney em

Um merecido Oscar por um filme que, no entanto, não está entre os melhores da sua história, já que Stephen Gaghan foi tão ambicioso em ‘Syriana‘ (2005) que, por vezes, confunde o complexo com o de grande alcance. No entanto, o que nos interessa é Clooney, que não só recorreu à técnica de ganhar peso para ser mais credível, mas também é ótimo em mostrar todas as nuances de um personagem cinza que a priori não oferece muitas possibilidades de exibição – ele é apenas uma pessoa comum – mas é jogado com grande precisão por ele.

Fantástico Sr. Fox’:

Sr. Fox

George Clooney em

Este é um exemplo perfeito de que os filmes de animação também devem ser vistos em sua versão original, já que o trabalho vocal de Clooney em ‘Fantastic Mr. Fox’ (‘Fantastic Mr. Fox‘) é um exemplo muito bom disso. Fox’, Wes Anderson, 2009) é sensacional, tanto pelo gancho e estilo que traz ao protagonista, como pelo fato de trazer também sua própria personalidade sem canibalizar a proposta engraçada de Wes Anderson. Esperemos que voltem a trabalhar juntos numa produção de imagem real.

Crítica no Blogdecine:

Matt King

George Clooney em

Já o disse quando lhe falei sobreOs Descendentes” (“The Descendants”, Alexander Payne, 2011), mas não tenho problemas em repetir que é o seu melhor desempenho e, além disso, ele alcança-o renunciando completamente àquele magnetismo que sempre funcionou tão bem para ele. Nesta ocasião, como é habitual nos filmes de Alexander Payne, ele teve que recorrer a uma contenção matizada na qual mostrou todas as mudanças emocionais do seu personagem sem grande alarde, exceto pela seqüência final muito direta e eficaz.

Crítica no Blogdecine:

É a tua vez.

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