Charlize Theron forneceu mais detalhes sobre os conflitos no Mad Max

Já se passaram cinco anos desde o lançamento de Mad Max: Fury Road, um filme que foi aclamado tanto pela crítica como pelos espectadores. Apesar de sua fama, é bem sabido que o elenco teve várias complicações ao filmá-lo. Há alguns dias, Tom Hardy e Charlize Theron, os protagonistas do filme, falaram sobre essa tensão no set.

Como esperado, as declarações foram ecoadas tanto nas redes sociais como na mídia. Agora, as novas opiniões de Charlize Theron sobre este conflito e tudo o que ela sentiu quando gravou Mad Max: Fury Road foram liberadas. De acordo com a atriz, grande parte da tensão no cenário da fita foi alimentada pela sua própria falta de confiança no diretor George Miller.

Mas o que aconteceu?

Charlize Theron disse ao repórter do New York Times Kyle Buchanan (via IndieWire) que as tensões no cenário se deviam em grande parte à sua desconfiança em relação a Miller, que não estava expressando o que ele tinha em mente, e isso deixou a atriz desesperada.

“Não tínhamos um guião, vamos começar com isso. Nós tínhamos fotografias. Como actriz, era muito stressante e sempre que me sentava com ele, perguntava: ‘Está bem, mas o que se passa aqui?’ Ele é o homem mais charmoso, e ia nestas tangentes a explicar coisas que nem sequer fazem parte do filme, já que está sentado há 30 anos a pensar nisto. E no final, ele saía daquelas reuniões como: “Ainda não sei o que se passa. Olhando para trás, eu deveria ter confiado um pouco mais nele e acho que isso teria facilitado a filmagem. Não é fácil para ele expor totalmente o que você quer saber”, explicou o protagonista de Mad Max: Fury Road.

Apesar disso, Charlize Theron também se lembrou que depois de todos os problemas e desconfianças que teve com Miller, quando finalmente viu o primeiro corte do filme, que durou quase três horas e meia, ela o achou perfeito e se sentiu original.

“Normalmente quando se vê um corte longo, diz-se: ‘Oh, meu Deus, não, livra-te disso, é tão repetitivo’. Mas não havia nada que me parecesse repetitivo, e eu me perdi em todos aqueles momentos. Senti que, pela primeira vez na minha carreira, fazia parte de algo em que se podia realmente dizer: ‘Isto parece original’. O George é um mestre. E está tudo dentro da cabeça dele. Às vezes eu só quero subir e passar algum tempo lá para entender melhor”, fechou ele.

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