CoisasCast #06 – “Totalmente Demais” é mesmo totalmente demais – Coisas De TV

  • I hope sempai notices medisse: maio 28, 2016 às 12:22 pm Eu nem sei o que dizer. Sobre vcs falarem se o “sotaque nordestino” incomoda, é complicado, eu sei que pra vcs que são de São Paulo, o sotaque dos estados do Nordeste são parecidos, mas cada estado tem um sotaque diferente. Até mesmo dentro da Bahia tem suas diferenças.Eu me incomodava muito com o “sotaque nordestino” da globo. Na época em que eu assistia Tropicaliente me irritava, cearense nenhum fala daquele jeito, tipo é aquele sotaque meio cantado e cearense fala muito rápido, não arrastado como era novela. Agora em Velho Chico o Domingos Montagner e o Chico Díaz convencem bem no sotaque.Eu não gosto da Elisa de Totalmente Demais, ela me lembra o Seiya de CDZ, muito apelação pra salvar o lado dela. Acho que tem umas histórias paralelas muito boas, e o grande mérito da novela é discutir questões como violência infantil, HIV, homossexualidade, racismo sem cair no didatismo ou no tom panfletário. E vcs podiam falar de novelas mexicanas em algum cast.CurtidaCurtidaResponder
  • dvipdisse: maio 28, 2016 às 1:27 pm Quero dar duas sujestões, vcs falam muito desses dois temas, mas não me lembro de nenhuma matéria a respeito, as melhores e piores aberturas de novelas ( para mim a melhor abertura entre as novelas “recentemente” é a de Cordel Encantado) e os melhores nomes de novela, já que a Globo parece se esforçar, a dar nomes horríveis para as novelas atuais. Quanto ao sotaque em novelas, todos me soam forçados, sejam nordestinos, italianos ou americanizados, mas não me incomodam, porque, para mim é uma das coisas mais difíceis da profissão de ator, pegue por exemplo, o cinema , quando os americanos querem alguém com sotaque britânico ou sulista num papel, eles escalam atores de origem desses lugares nesse papel, são raras as excessões; isso para mim revela algo mais grave, no caso, de sotaques de origem da nossa língua; a falta de atores de outras regiões do Brasil, ou no mínimo uma má vontade com esses atores. E Totalmente demais é ótima mesmo, um dos méritos dos autores foi perceber os pontos fracos da novela, os personagens ruins, pouco aparecem e quando o fazem têm alguma relevância, por isso, acabamos aceitando eles, mesmo quando eles destoam como no caso da Lorena e da Sophia.CurtidaCurtidaResponder
  • Josédisse: maio 28, 2016 às 5:54 pm Gente, só um erro: Cheias de Charme deu mais audiência que Totalmente Demais na média geralmas eu acho que o Fábio resumiu bem o motivo do sucesso fora de série da novela: trama leve e simples com personagens bem carismáticos que ganharam o público, que fez com o povo de casa se sentisse íntimo deles… o resto foi só cereja de bolo. A Marina Ruy Barbosa de fato foi o grande destaque, na minha opinião, do elenco. Ela, ao contrário da Bruna Marquezine, parece não ter ligado o automático para seus personagens depois de adulta. Eu lembro de uma ferverosa discussão no finado Coisas de TV ainda no início de Totalmente Demais em que haters da Marina detonavam a moça, diziam que ela era péssima e que a única ex-atriz mirim boa da Globo é a Isabelle Drummond. A Eliza entrou pro seleto grupo de mocinhas globais legais e por quem a gente torce a favor. Ela passou por muita evolução, até mesmo fisicamente, de uma maneira muito crível, e eu achei muito bacana a construção do romance dela tanto com o Jonatas quanto com o Arthur. Acho que ambos os galãs mandaram bem e conquistaram suas torcidas, tiveram química com a Eliza, e uma novela que está em sua reta final e que a protagonista tem duas opções possíveis de galã é sempre diferente, já que normalmente as novelas começam com os finais já decretados (Tereza e Santo, Candinho e Filomena etc). A Juliana Paes também brilhou, sua vilã nos dava raiva ao tentar prejudicar a mocinha (lembro que em dado momento eu queria que a Eliza desse uma surra na Carolina), mas ela foi sempre muito humana, construída com maestria pela atriz (sinceramente, a Ju Paes me surpreende cada dia mais a cada papel) e bem amarrada pelo ótimo texto dos autores. E o grande trunfo da novela foram os personagens carismáticos em tramas paralelas divertidas e bem-humoradas que conseguiram sustentar com força a novela principalmente nesse último mês cheio de barriga na história central. Dorinha, Cassandra, Florisval, Max, Stelinha, Maurice e Jojô foram pontos altos no humor; Germano, Rafael, Leila e principalmente Lili (que ATRIZ que é a Vivianne Pasmanter <3) mandaram bem no drama e gostei muito do triângulo Lili-Germano-Rafael. Aliás, o papel do eterno galã descamisado do Carlos Lombardi era repugnante no início e conquistou muita humanidade ao provar seu amor pela Lili, parar de implicar tanto com o filho e se tornar protetor com a Eliza. Talvez a novela tenha pecado no quesito vilões, já que numa história em que os personagens, especialmente os heróis, eram extremamente humanizados e permitiu a discussão de muitos temas pertinentes como racismo, homofobia violência doméstica, HIV, etc, apenas a Carolina parecia ser uma vilã humana. A Sofia era uma psicopata muito louca e descontextualizada (mas que deu um gás diferente e soturno pra trama); o Dino era sempre o vilão-estepe que aparecia pra aprontar alguma coisa clichê contra a Eliza e sair ileso de um jeito pouco coerente quando não tinha outra coisa pra acontecer na história; o Jacaré só mostrou a que veio quando a Sofia voltou; a Lorena parecia uma bruxa má da Disney como vocês falaram… ah, e também detesto essas colagens nas aberturas. E gente, obrigado por entenderem o recado, MasterChef (e outros realitys gastronômicos) já encheu o saco. Uma coisa é uma notinha, mas sempre brocho quando abro o site e vejo que tem uma matéria inteira ou um PodCast dedicado a esse tipo de reality e um total silêncio sobre outros realitys que eu julgo mais interessantes (como BBB e The Voice, que vocês próprios falaram que não curtem). E por favor, façam resumão do final (se possível uma crítica escrita também) de Totalmente Demais e do começo de Haja Coração.CurtidaCurtidaResponder
  • Josédisse: maio 28, 2016 às 5:58 pm Ah, esqueci de falar no outro comentário mas queria muito comentar: o único núcleo paralelo INSUPORTÁVEL de TD+ é o da Malu Galli. Nada ali me convence: ela tem aquela cara de Malu Mader de que não consegue interpretar mulher pobre, aqueles irmãos do Jonatas são uns chatos, o plot do cadeirante pareceu forçação de barra, o romance dele com a nerdzinha lá com a desaprovação da mãe da menina só me deu tédio, o Tony Garrido de professor a pai dos alunos me pareceu muito wanna be Carrossel… só se salva o Florisval (mas naquelas né, era apenas o Ailton Graça interpretando o Ailton Graça).CurtidaCurtidaResponder
  • Leandro Peixoto de Melodisse: maio 28, 2016 às 8:19 pm Não sei quanto aos “atores que fazem os empregados”, mas o Irandhir Santos é nordestino, isso deve ser uma vantagem pra ele.CurtidaCurtidaResponder
  • Deja un comentario

    Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *

    Esta web utiliza cookies propias y de terceros para su correcto funcionamiento y para fines analíticos y para mostrarte publicidad relacionada con sus preferencias en base a un perfil elaborado a partir de tus hábitos de navegación. Al hacer clic en el botón Aceptar, acepta el uso de estas tecnologías y el procesamiento de sus datos para estos propósitos.
    Más información
    Privacidad