Desaparecido (1981) de Costa Gavras

MissingMissing

(1981) * EUA

Duração: 122 Min.

Música: Vangelis

Fotografia: Ricardo Aronovich

Roteiro: Donald E. Stewart, Constantin Costa-Gavras (Livro: Thomas Hauser)

Endereço: Constantin Costa-Gavras

Intérpretes: Jack Lemmon (Edmund Horman), Sissy Spacek (Beth Horman), Melanie Mayron (Terry Simon), John Shea (Charlie Horman), Charles Cioffi (Capitão Ray Tower), David Clennon (Cônsul Phil Putnam), Richard Venture (Embaixador) Jerry Hardin (Coronel Sean Patrick), Richard Bradford (Andrew Babcock), Joe Regalbuto (Frank Teruggi), Keith Szarabajka (David Holloway), John Doolittle (David McGeary), Janice Rule (Kate Newman).

Setembro de 1973. Depois de passar alguns dias em Viña del Mar com Terry, um amigo que foi visitá-los, ela e Charles Horman retornam a Santiago, sendo forçados a passar a noite em um hotel devido ao toque de recolher, não podendo retornar no dia seguinte ao seu país.

Também Beth se surpreende com o toque de recolher no dia seguinte, sendo forçada a dormir de cócoras em uma porta, encontrando sua casa no dia seguinte revoltada e sem Charlie, que foi levada pelos militares de acordo com os vizinhos.

Nos Estados Unidos, o Sr. Horman, pai de Charlie, pergunta através do Departamento de Estado, sem sucesso, sobre o paradeiro de seu filho, então, na ausência de respostas, ele decide viajar para o Chile, sendo recebido pelo cônsul que o leva para o hotel onde Beth o espera.

Horman acredita que tanto Beth quanto Charlie têm uma paranóia anticapitalista e não confiam no sistema, tendo a certeza de que ele vai conseguir encontrá-lo com a ajuda da polícia.

O embaixador diz-lhe que farão o seu melhor para o encontrar, mas têm a certeza que ele está escondido. O Horman acredita neles e não compreende a atitude hostil da Beth.

Falam com Terry que lhes diz que ficaram presos em Viña del Mar, onde encontraram outro americano que lhes disse que estava lá numa missão especial, em contacto com um grupo militar americano que ele entendeu estar envolvido no golpe. Na verdade, foi o Capitão Ray Tower quem os convidou para jantar e os levou a Santiago.

Beth e Terry foram até ele para encontrar Charlie e tiveram que passar a noite em sua casa por causa do toque de recolher, mas ele só se comportou como um conquistador.

Uma mulher informa que naquela tarde ele pegou um táxi que por acaso seguia a mesma rota que o caminhão que Charlie estava pegando, que entrou no estádio de futebol.

Os cônsules informam que não houve progressos e sugerem que Charlie pode ter sido raptado por esquerdistas disfarçados de soldados. E que os outros americanos já tinham sido libertados.

Mas eles falam com outro americano, David, que lhes diz que ele e seu amigo Frank foram presos e levados com centenas de prisioneiros para interrogatório. Ele foi libertado, mas Frank foi chamado e nunca mais o viu, apesar de o consulado dizer que ele estava em seu país.

Eles conseguem uma autorização para visitar os hospitais e hospitais psiquiátricos e até mesmo o estádio nacional, embora, sem sucesso.

Eles também conversam com refugiados de diferentes embaixadas, encontrando um ex-oficial na Itália que lhes diz que um amigo viu um prisioneiro torturado que foi ordenado a desaparecer no escritório do chefe da CIA local, porque ele sabia demais.

Eles também visitam as morgues, vendo centenas delas, antes de chegar à sala não identificada, onde vêem Frank Terruggi, o outro americano desaparecido.

A esposa de Horman foi para a Fundação Ford e foi mandada visitar a sua delegação no Chile. Lá Horman fala com um conselheiro que a informa que um amigo dele, com contato com os militares, lhe disse que Charlie foi executado no estádio nacional no dia 19.

Na embaixada dizem-lhe que o Charlie está no norte com papéis falsos. Mas Horman não acredita mais neles e alguns dias depois eles são informados que Charlie foi encontrado, que ele morreu no estádio no dia seguinte à sua prisão e que ele foi enterrado em uma cova comum.

Ed e Beth voltam ao seu país, embora, apesar das promessas, o corpo só chegou 7 meses depois, impedindo a realização de uma autópsia.

Classificação: 4

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