Os cinco melhores desempenhos de Clint Eastwood

Hoje o último clássico ao vivo tem 83 anos e é apenas para dedicar um par de posts com duas dessas listas que você/nós gostamos tanto. Vamos começar com o que um servidor considera as cinco melhores interpretações de Clint Eastwood, independentemente de ele ser ou não o diretor do filme em questão – esse será o tema do segundo post. Escolher cinco personagens da sua extensa galeria não foi fácil.

Sergio Leone, um de seus professores, disse que dois gestos eram suficientes para construir um personagem – ele certamente o disse em tom pejorativo devido à inimizade que surgiu entre os dois -, Richard Burton sentenciou, após trabalhar com ele no ‘The Eagles‘ Challenge’ (‘Where Eagles dare’, Brian G. Hutton, 1968), que eles estavam sem dúvida diante de alguém que seria uma grande estrela. Diretores como Martin Scorsese, Steven Spielberg ou Francis Ford Coppola o admiraram profundamente e quiseram trabalhar com ele, na verdade o chamaram várias vezes, mas seus caminhos só se cruzaram por razões de produção com o segundo.

Enquanto sonhamos com o que o Eastwood teria feito com os personagens que Roy Scheider faria mais tarde em ‘Jaws’ (‘Jaws‘, Steven Spielberg, 1975) ou James Coburn em ‘Pat Garrett & Billy the Kid’ (‘Pat Garrett & Billy the Kid’, Sam Peckinpah, 1973) – para dar dois exemplos dos muitos papéis bem conhecidos que ele rejeitou – podemos desfrutar de recordar cinco personagens inesquecíveis da sua filmografia como actor.

Harry Callahan

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Frank Lee Morris

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Na mais recente colaboração entre Eastwood e Don Siegel, que seria também o último grande trabalho do diretor, o lendário ator serve uma composição cheia de nuances de um personagem real: Frank Lee Morris, a única pessoa que conseguiu escapar da prisão de Alcatraz acompanhado por outros dois prisioneiros. Um dos filmes em que o rosto de Eastwood é melhor usado. Um momento para recordar: as conversas com o director.

Rede Stovall

A personagem que me emprestaram o nome para escrever aqui sob um pseudônimo – que vezes, parece inacreditável que sete anos tenham passado! – e que eu ainda uso no twitter. Um cantor do campo, bêbado, doente de tuberculose, um perdedor total, que viaja pelo país em busca de um sonho, para se tornar uma estrela. Ele é acompanhado por seu sobrinho – seu filho na vida real – e pela tristeza da vida de um cão. Momento para recordar: o do vídeo, ao lado do mítico Marty Robbins.

William Munny

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O personagem do filme que lhe deu o prestígio artístico que ele já merecia há anos não poderia faltar na lista. Munny é um daqueles personagens doces que Eastwood manteve com muito ciúme – depois de assumir os direitos sobre o filme, que foram propriedade de Francis Ford Coppola- durante anos até ele ter idade suficiente para interpretá-lo. O seu velho pistoleiro, que com um pequeno grupo vai em busca dos homens que abusaram de duas prostitutas, é um homem acabado, quase morto, um fantasma. Como resultado, ele recebeu a sua primeira nomeação para o Oscar como homem principal. Um momento para recordar: todos aqueles em que ele evoca a sua falecida esposa, Claudia.

Frankie Dunn

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Em um de seus últimos retornos como ator – ele tem dito que está se aposentando da atuação desde 1992 – ele nos dá uma de suas melhores composições, também nomeada para um Oscar. Um veterano treinador de boxe que decide treinar uma mulher promissora, mantendo uma relação paternal filial com ela, e que verá sua vida seguir por caminhos inimagináveis. Um momento para recordar: o adeus.

In Blogdecine | Especial Clint Eastwood

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