Same Love, Same Rain (1999) por Juan José Campanella

O mesmo amor, a mesma chuvaArgentina

– EUA (1999) *

Duração: 116 Min.

Música: Emilio Kauderer

Fotografia: Daniel Shulman

Roteiro: Juan José Campanella, Fernando Castets

Direção: Juan José Campanella

Artistas: Ricardo Darín (Jorge Pellegrini), Soledad Villamil (Laura Ramallo), Ulises Dumont (Márquez), Eduardo Blanco (Roberto), Alfonso de Grazia (Mastronardi), Alicia Zanca (Sonia), Graciela Tenenbaum (Marita), Magela Zanotta (Mauge), Mariana Richaudeau (Leticia), Rodrigo de la Serna (Micky), Melina González (Pepa), Alejandro Buzzoni (Sebastián).

Jorge, 28 anos, é a jovem promessa da literatura argentina, embora, após um primeiro prêmio, tenha passado a viver das histórias românticas que escreve para uma revista de atualidades.

Uma noite, após ir à estréia de um curta baseado em uma de suas histórias, ele conhece Laura, a personagem principal do filme, no qual reconhece uma mulher que um dia deixou a chuva atingir seu rosto durante um engarrafamento.

Laura é uma garçonete sonhadora que ainda espera pelo retorno de seu namorado, um pintor que está montando uma exposição no Uruguai e do qual ela não tem notícias há meses.

Finalmente, ela decide parar de esperar por ele e começa a viver com Jorge. Ela admira seu talento literário e critica seu conformismo, enquanto vê que esse conformismo é transferido para todos os aspectos de sua vida, vendo como morre um amigo dela, exilado por um tempo na Espanha e que tenta voltar a trabalhar em seu país sem que ninguém abra as portas por medo do regime. Ele vai ajudar o filho mais tarde, mas já está atrasado.

A vida como casal é complicada e eles têm os seus altos e baixos. Ele vê como nem todas as suas histórias são publicadas e ela ainda é uma sonhadora e até deixa seu trabalho pelo prazer de trabalhar na rádio, mesmo sem remuneração.

As pressões a que está sujeito fazem-no procurar outras aventuras até que ela se aperceba e eles abandonem a sua relação.

Ele não vai se sair bem durante esse tempo. Os tempos mudam à medida que ele muda de parceiro e a revista evolui com eles, e as histórias de Jorge não têm lugar nela, embora seu amigo Roberto lhe consiga o emprego de crítico de teatro, o que ele inicialmente rejeita e finalmente aceita.

E nessa posição ele atinge sua máxima degradação moral quando chega a exigir dinheiro em troca de uma boa revisão, descobrindo que em uma das ocasiões é Laura quem vai lhe dar o dinheiro pessoalmente.

Laura finalmente casou com o pintor -que deixou a pintura- e tem uma filha com ele.

Jorge então sente-se muito mal e sente tudo o que perdeu ao deixar a Laura.

Quando as coisas mudam na revista ao ponto de levar histórias frívolas de políticos como editoriais, Márquez, o editorialista, é revelado, sendo despedido.

Jorge decide então agir como não o fazia no passado. Ele convence todos os seus colegas e todos eles decidem dar a Marquez uma quantia mensal enquanto ele, que acabou de ter uma filha, não encontra emprego.

Ele então conhece Laura, já divorciada, que aprecia o que Jorge fez e está disposta a voltar.

Classificação: 3

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