Sentença perpétua (1994) por Frank Darabont (The Shawshank redemption)

Prisão perpétuaA

redenção de Shawshank (1994) * EUA

Também conhecido como:
– “Sonhos de Liberdade” (Argentina, México, Chile, Uruguai)
– “Escape Dreams” (Peru)

Duração: 137 min.

Música: Thomas Newman

Fotografia: Roger Deakins

Roteiro: Frank Darabont (N.: Stephen King)

Endereço: Frank Darabont

Artistas: Tim Robbins (Andy Dufresne), Morgan Freeman (Ellis Boyd Redding / ‘Red’), Bob Gunton (Warden Norton), William Sadler (Heywood), Clancy Brown (Capitão Hadley), Gil Bellows (Tommy), Mark Rolston (Bogs Diamond), James Whitmore (Brooks Hatlen), Larry Brandenburg (Skeet), Neil Giuntoli (Jigger), Brian Libby (Floyd), David Proval (Snooze)

Em 1947 Andy Dufresne, vice-presidente de um banco de Portland, é acusado da morte de sua esposa e seu amante, um famoso jogador de golfe, e condenado a prisão perpétua por cada um deles, apesar de não haver provas conclusivas de sua culpa, sendo enviado a Shawshank.

Ele está acima da média dos outros que acreditam nele um snob, embora Red, um dos homens mais populares por conseguir para os prisioneiros tudo o que lhe pedem, gosta deles e logo se torna amigo deles, o que não o liberta de cair nas mãos das “Irmãs”, alguns homossexuais que não o deixam sozinho. O Red dá-lhe uma ajuda e escolhe-o para arranjar um telhado fora da prisão. Lá Andy ouve os problemas financeiros de um guarda e se oferece para resolvê-los. Isto fez com que a sua fama se espalhasse e, em poucos anos, ele estava a fazer declarações a todos os guardas da sua prisão e aos outros no condado. Isto também o ajuda a livrar-se dos seus perseguidores, que são atendidos pelo director. Foi também encarregado da biblioteca da prisão, da qual escreveu uma carta semanal ao Senado pedindo fundos para a biblioteca, e com a sua insistência obteve a melhor biblioteca prisional de toda a Nova Inglaterra.

Mas ele também vê a desesperança do interior, depois de ter passado toda a sua vida na prisão não querem ir para fora, onde tudo é hostil para eles. O velho Brooks, antigo responsável pela biblioteca lá fora, não é nada e comete suicídio.

Ele recebe tratamento privilegiado por manter as contas do guarda corrupto, que faz trabalhos com os presos com os quais ninguém pode competir, e as empresas que querem trabalhar devem pagar-lhe uma pesada comissão que Andy transforma em dinheiro branco, inventando um personagem fictício para o qual ele até recebe papéis legais.

Andy também ajuda aqueles que querem estudar, incluindo Tommy, um jovem que quer mudar sua vida. Graças a ele, o Tommy consegue obter o seu diploma. E é o rapaz que lhe diz que numa das prisões onde ele estava, encontrou um tipo que lhe disse que tinha assassinado um jogador de golfe e o seu amante, e que o marido dela foi acusado disso. Andy vê na confissão um lampejo de esperança, que é truncado pelo director, que não o ajuda e que acaba com o único fio de esperança ao mandar matar Tommy. O próprio Andy vai passar dois meses na cela de castigo por se recusar a passar com a contabilidade do director.

Ao sair, ele vai voltar para lá, mas nessa mesma noite ele desaparece da cela sem que ninguém saiba o que lhe aconteceu, até que descubram um túnel atrás de um grande cartaz de Raquel Welch. E uma vez fora, com o personagem inventado, ele vai tirar 300.000 dólares do banco do diretor, além de enviar uma carta com provas de sua corrupção para toda a imprensa. Norton acaba por se matar.

Algum tempo depois, e depois de 40 anos na prisão, Red é libertado. Para ele, a vida no exterior é tão absurda quanto para Brooks, e ele pensa em voltar ao crime para retornar à sua “casa”. Ele só está retido por uma promessa que fez ao Andy de que iria para um acampamento onde houvesse algo para ele. Ele o faz e encontra dinheiro suficiente para ir ao lugar onde Andy lhe disse que, se um dia ele saísse, iria se estabelecer, uma pequena cidade mexicana na costa do Pacífico, onde montaria um hotel.

O Red vai lá acima para ser o seu assistente.

Classificação: 3

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